Represion

Un testigo de los crímenes de Casas Viejas afirma que el Gobierno estuvo al tanto de todo


«Me presenté -dice el testigo de los hechos- al teniente [de Asalto], que me espera en la puerta [del Gobierno Civil], varios compañeros y un señor a quien hasta 15 minutos después no tuve el honor de conocer»... «A la puerta hay también un auto y el chófer del gobernador. Ordena el teniente que subamos al auto tres guardias, yo uno de ellos». El teniente preguntó «al señor de paisano si tiene miedo y si lleva armas, le contesta a lo primero en son de broma y a lo segundo que lleva una pistola con 9 tiros». Este señor de paisano al que aluden estas frases entrecomilladas era delegado del gobernador, pues, según afirma el autor de las mismas, «al ver que salíamos de Cádiz y entrábamos en San Fernando nos enteramos que aquel señor de paisano era un delegado del gobernador y que íbamos a Casas Viejas a restablecer las comunicaciones que estaban cortadas».
Estas afirmaciones, entre otro centón de datos, realizadas inmediatamente después de los sucesos de Casas Viejas, reafirman lo que ya se sabía pero de lo que no existían pruebas palmarias: que el Gobierno republicano estaba al tanto de cuanto aconteció en aquella infausta aldea gaditana.

Multas de 500 € por manifestarse contra as cadeas !


Tirado de abordaxerevista.blogspot.com:

Tras la marcha a la cárcel de Teixeiro, no solo nos pinchan veintidós ruedas, si no que ahora, además, pretenden multarnos por un total de 20.000 euros (500 por cabeza).

Al terminar la habitual marcha navideña a la macrocarcel de Teixeiro, que como todos los años desde hace más de una década venimos realizando el sábado más próximo a navidad, cual sería nuestra sorpresa al descubrir que las ruedas de la mayoría de nuestros coches habían sido pinchadas con saña y alevosía. En algún caso dos ruedas, lo cual nos hizo esperar por las consiguientes grúas hasta altas horas de la madrugada, soportando bajísimas temperaturas y la provocación constante de las “fuerzas del orden”.

[Portugal] Em relação à tentativa de criminalização da Rede Libertária


Tirado de Rede Libertaria:

.......Cabe, em primeiro lugar, esclarecer uma vez mais que a Rede Libertária não é um colectivo, nem um partido, nem um grupo armado (!). Não tem fileiras, nem militantes, nem sedes, nem estrutura física nenhuma.
.......É uma ferramenta, que, através da internet, serve para aproximar pessoas que desenvolvem projectos afins ao anarquismo e serve também para comunicar publicamente as actividades que se vão fazendo, assim como, divulgar notícias que nos pareçam relevantes.

.......A Rede Libertária jamais poderá, portanto, ser uma organização que se desloque a manifestações ou receba financiamentos como, imbecilmente, o Correio da Manhã e a SIC referem.

.......Sim, no blog da Rede Libertária apareceu publicada uma imagem que criticava a imunidade e a inutilidade das figuras políticas portuguesas, perante a evidente injustiça social deste sistema.

......Essa imagem foi publicada em tom de sátira.

.......É abusivo, por isso, ter ocorrido uma rusga a uma casa privada, a apreensão de material informático e a acusação à pessoa em causa por "incitação à violência"!

[Vigo] Crónica de concentración solidaria con Tamara


De abordaxerevista.blogspot.com:

O pasado Domingo 18 de abril ás doce da mañá, ao redor de 30 persoas concentrámonos en Vigo (Galiza) ao carón do mercado do barrio do calvario para solidarizarnos e informar á cidadanía sobre a situación da compañeira anarquista Tamara.

Sen chegar a entender moi ben porqué se convocan cousas como estas para un domingo, saímos á rúa coas nosas pancartas, bandeiras negras e foguetes; repartindo entre as persoas que pasaban por ésta céntrica rúa peonil uns 420 panfletos en galego que explicaban a situación da compañeira.

Engadir que durante a semana pasada e no marco das séptimas xornadas anarquistas galegas realizáronse 5 palestras informativas en diferentes cidades sobre a situación da compañeira.

TAMARA A RÚA, A LOITA CONTINUA

[Portugal]Confrontos na Prisão-Escola de Leiria

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notícia retirada de pt.indymedia.org

Desde 6ª-feira que os presos do E.P. de Leiria estão sob ameaça constante, isolados nas celas, sem visitas, sem refeitório, sem banho, sem pátio, nem electricidade.

Aparentemente, por causa de um recluso se ter atrasado 1 minuto a chegar à sua cela, os guardas pretendiam retirar-lhe a sua televisão. Este preso recusou-se a entregar a tv e foi espancado!
Perante isto, muitos presos tomaram uma posição de protesto, exigindo falar com o director antes de se deixarem fechar nas celas.
A resposta da cadeia foi a "do costume": o director recusou-se ao diálogo e mandou um grupo de guardas com equipamento anti-motim espancar quem estivesse em protesto.
Nessa altura, os presos que se encontravam no refeitório ofereceram resistência aos espancamentos, pelo que os guardas abriram fogo com shotguns. Os reclusos fugiram para as celas, onde foram espancados um por um, ao mesmo tempo que todas as celas íam sendo rusgadas.
A informação que existe é a de que há inúmeros feridos no EP, nove dos quais foram transferidos para hospitais.

O resto da população prisional, incluíndo todos os outros feridos, estão fechados nas celas, na prisão de Leiria, desde 6ª-feira.

[Portugal] Vigiar e punir


Tirado de diarioliberdade.org:

Kaos Portugal [Ricardo Noronha] - Reclusos do estabelecimento prisional do Linho organizaram, a 18 de Janeiro, um levantamento de rancho e uma greve ao trabalho apoiada pelo conjunto dos 400 presos.

Este protesto, que tinha como exigência o afastamento de Norberto Fonseca Rodrigues, chefe dos guardas, foi a resposta colectiva dos presos, após a morte de um recluso durante a noite. Paulo Alexandre Caeiro tinha estado nove meses em regime de segurança (solitária), por ter sido apanhado com uma faca. Regressou ao regime geral com mais trinta quilos de peso, sendo encontrado morto na cela três dias depois. Os presos exigiam também aquecedores para as celas, a actualização e a verdade nos relatórios técnicos que informam os processos de liberdade condicional, o fim dos isolamentos arbitrários e dos espancamentos, bem como o direito a duas visitas semanais, como ocorre nas outras cadeia.

Os 6 de Belgrado livres. Crónica do xuízo.


Tirado de cntgaliza.org:

Vamos chegando a Belgrado diferentes compañeiros e compañeiras das distintas seccións anarco-sindicalistas da AIT, entre elas a ZSP de Polónia, FAU Alemá, Solidarity Federation Inglesa ... e afins. Ainda que se apresenta un clima xélido e a derramar de neve, non perdemos a esperanza de arroupar aos compañeiros represaliados co noso calor solidário.

Segundo nos contan os compañeiros servios da ASI, hai bastantes posibilidades de que este xuízo farsa, que se celebrará amañá às 10:00, fique en nada, postoa que, pese às elevadas acusacións das que foron obxecto, os factos revelan pouca consisténcia. Contodo, non deixa de ser un xuízo político no que o ministério de interior ten bastante que dicer, algo moi dado nisto que chlaman democracia, polo que non nos vamos a adiantar aos acontecimentosn pola experiéncia que maceramos nestes casos. Como CNT vamos a intentar asistir ao xuízo e participaremos nos diferentes actos de apoio e às xornadas que lle preceden.

O xuízo

Queremos saber como morreu Antonio Pallas


Antonio_Pallas.jpgO día 16 de Xaneiro de 2010 morrei Antonio Pallas García, con 29 anos de idade, de forma violenta no Centro Penitenciario de Teixeiro.

Nestes dous últimos meses xa van tres presos mortos en extrañas circunstancias no Centro Penitenciario de Teixeiro.

Ademais vólvese a producir unha morte inverosimil por aforcamento.

Ao igual que o rapaz Diego Viña, morto no cuartel da garda civil de Arteixo.

A SOCIEDADE ANTE ESTES FEITOS SE PREGUNTA:

¿CANDO REMATARÁ A IMPUNIDADE? ¿CANDO SE INVESTIGARÁN ESTAS MORTES? ¿CANTOS MAIS TEÑEN QUE MORRER PARA QUE NOS PERCATEMOS QUE A CADEA É UN CENTRO DE EXTERMINIO?

CONCENTRACIÓN O DÍA 5 DE FEBREIRO DE 2010 ÁS 12:00 DA MAÑÁ DIANTE DO XULGADO DE VIXIANCIA DE A CORUÑA (Edificio de novos Xulgados)

[Portugal] Protestos e repressão na Prisão do Linhó - Presos reagem à morte e espancamentos de reclusos


Tirado de redelibertaria.blogspot.com:

Nos últimos dias, cerca de 400 reclusos do estabelecimento prisional do Linhó (Sintra) iniciaram uma greve de fome, assim como outras formas de protesto, contra a degradação do ambiente vivido nesta prisão, que teve o seu clímax em vários espancamentos de presos e na “estranha” morte de um preso no dia 16 de Janeiro.

Na noite de 18 de Janeiro, o Grupo de Intervenção dos Serviços Prisionais entrou na prisão do Linhó para atacar as greves de fome e ao trabalho apoiadas e praticadas de forma generalizada pelos reclusos, tendo usado a força de forma intimidatória e recolhido cerca de um dezena de reclusos, todos ou quase todos negros, para os transferirem para a mal afamada cadeia de Monsanto.

A título informativo e de denúncia, reproduzem-se aqui alguns ofícios publicados no site da ACED sobre estes acontecimentos.
(http://iscte.pt/~apad/ACED/ficheiros/observatorio.html#oficios)

Noticias Correio da Manhã:

Presos recusam comer e trabalhar

Linhó: Reclusos em protesto

Morte de preso revolta cadeia

Protestos e repressão na Prisão do Linhó

Não à pena de morte para Mumia Abu-Jam


Tirado de galiza.indymedia.org:

Mumia Abu-Jamal,jornalista premiado, autor de seis livros, está no corredor da morte nos Estados Unidos há quase três décadas. Tornou-se num símbolo mundial da luta contra a pena de morte, o racismo e as violações de direitos humanos. Foi lançada uma petição on-line. URGENTE.

Mumia Abu-Jamal, um jornalista premiado e autor de seis livros, está no corredor da morte da Pensilvânia, EUA, há quase três décadas. Tornou-se num símbolo mundial da luta contra a pena de morte, o racismo e as violações de direitos humanos.

Ontem (dia 20), o Supremo Tribunal dos EUA emitiu o veredicto após um litígio de 15 meses levantado pela defesa de Mumia. O caso foi devolvido ao Tribunal de Recurso de Filadélfia.

“Mumia continua no corredor da morte, sob uma sentença de morte. Está em maior perigo do que em qualquer outro momento, desde a sua prisão há 28 anos atrás”, afirmou Robert R. Bryan, o seu principal advogado. A defesa continua a lutar por um novo julgamento, justo e imparcial. “A acusação disse que vai continuar a exigir a morte de Mumia às mãos de um carrasco. Não vou deixá-los matar Mumia. Quero-o livre”.

[Urxente] Asina pola liberdade de Jean-Marc Rouillan e Geroges Cipriani


Tirado de indymedia.galiza.org:

A seguinte convocatoria do "Colectivo de apoio aos presos de Acción directa", diríxese aos "grupos, asociacións, organizacións e aos individuos" para que asinen urxentemente este texto:

En castelan: http://www.kaosenlared.net/noticia/convocatoria-urgente-para-liberacion-...

O Colectivo "Ne laissons pas faire!" convídavos a asinar e facer asinar extensamente esta petición (grazas por indicar os vosos nomes, apelidos, lugar de residencia, profesión, ) e transmitir as firmas á dirección de correo electrónico seguinte:

sout.ad@orange.fr

"A pesar de cumprir a totalidade da condena de seguridade desde febreiro de 2005, seguen mantendo no cárcere a Georges Cipriani e Jean-Marc Rouillan. Pedimos a atención médica inmediata e apropiada para Jean-Marc Rouillan e a súa liberación tan axiña como sexa posible".

Texto, adxunto á invitación:

- 21 de Febreiro de 1987. Detención de Joelle Aubron, Georges Cipriani, Nathalie Ménigon e Jean-Marc Rouillan. Foron condenados despois de varios xuízos (1989 e 1994) a cadea perpetua , que equivale a unha pena mínima de 18 anos firme.

[Portugal] Começa a 1ª sessão do julgamento contra os detidos na manifestação do 25 de Abril de 2007.


Tirado de redelibertaria.blogspot.com:

Às 9h30, na Gare do Oriente

Continuamos nas ruas!

[Compostela] info detençons na manifestaçom pro-okupaçom + video-crónica


As dúas pessoas que forom detidas estám já em liberdade e com cargos.

Vídeo-crónica da manifestaçom:

http://gzvideos.info/manifestacom-pola-okupacom-em-compostela/

A primeira pessoa foi detida antes do começo da manifestaçom, aproximadamente sobre as 17:30, e foi liberada o mesmo día à tardinha. Outra pessoa foi detida ao rematar o roteiro que percorreu o bairro da Almáciga.

Já dissolta a manifestaçom, os policías dirigírom-se violentamente a um home para identifica-lo. Ante a pregunta das razons para tal actuaçom, iniciou-se um forcexeo que rematou co home nos calabozos ata hoxe (luns 18) a média manhá. Momento no que foi posto por fim a dispossiçom judicial para depois ser posto em liberdade com cargos.

CONTRA A REPRESSOM,
SOLIDARIEDADE E APOIO MÚTUO

TOCAM A UMHA,
TOCAM-NOS A TOD(A)S

NOM NOS CALARÁM
NOM NOS PARARÁM

+info noutros médios de contrainformaçom:

http://galizalibertaria.org/node/322
http://www.alasbarricadas.org/noticias/?q=node/12699
http://www.kaosenlared.net/noticia/compostela-ocupada-policias-espanhois...

nos médios do sistema:

http://www.lavozdegalicia.es/santiago/2010/01/17/0003_8232954.htm
http://www.elpais.com/articulo/Galicia/Despliegue/policial/centro/histor...

convocatória da manifestaçom:

[Compostela] Cidade ocupada por polícias para evitar manifestaçom pro-okupaçom


Tirado de alasbarricadas.org:

A enésima actuaçom repressiva contra a histórica casa okupa compostelana, cujas instalaçons fôrom tapiadas após o despejo dos okupantes no passado dia 29 de Dezembro, provocou ontem umha resposta mobilizadora de quase umha centena de vizinhos e vizinhas de Compostela.

Como é habitual na capital da Galiza, nomeadamente em Ano Santo como este, a presença de fardados armados era irrespirável. A Polícia de choque realizou identificaçons em massa dos e das participantes, que protestárom pola falta de liberdades civis que denota a reposta policial à legítima mobilizaçom das pessoas expulsas da Casa Encantada. Provavelmente as identificaçons darám passagem a denúncias selectivas contra participantes na manifestaçom, como é habitual que aconteça nestes casos.

[DESCONVOCADA] Concentración contra a impunidade no C.P Teixeiro


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Desde hai bastantes anos as denúncias por rigor desnecesário e torturas son constantes no módulo de isolamento deste centro penitenciário.

betanzos2010.jpgAs primeiras de que se tivo coñecimento son do ano 1999. O 3 de Decembro deste ano o próprio xulgado de vixiláncia penitenciária da Coruña (Expediente 9108/99) ditou auto en que criticava a actuación dos funcionários deste módulo e
declarava non axustadas a direito as medidas tomadas contra alguns internos: suxeición mecánica (alxemas con grilletes) durante catro días e isolamento provisório durante cinco días.

Estes feitos non transcenden facilmente dado que, como norma, os presos son transladados despois de se ter producido a agresión. Nesto, son varias as denuncias interpostas por varios presos a raíz do que os medios de comunicación deron en chamar o "Motín de Teixeiro"...

O próximo día 19 de xaneiro, está sinalado xuizo de faltas con varios funcionarios imputados: faise importantísimo que se vexa o apoio da sociedade aos presos denunciantes...

Xa sabedes, ás 10:00 horas na praza de diante dos Xulgados de Betanzos...

WWW:: http://denuncia.info

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