Represion

[Portugal]Confrontos na Prisão-Escola de Leiria


notícia retirada de pt.indymedia.org

Desde 6ª-feira que os presos do E.P. de Leiria estão sob ameaça constante, isolados nas celas, sem visitas, sem refeitório, sem banho, sem pátio, nem electricidade.

Aparentemente, por causa de um recluso se ter atrasado 1 minuto a chegar à sua cela, os guardas pretendiam retirar-lhe a sua televisão. Este preso recusou-se a entregar a tv e foi espancado!
Perante isto, muitos presos tomaram uma posição de protesto, exigindo falar com o director antes de se deixarem fechar nas celas.
A resposta da cadeia foi a "do costume": o director recusou-se ao diálogo e mandou um grupo de guardas com equipamento anti-motim espancar quem estivesse em protesto.
Nessa altura, os presos que se encontravam no refeitório ofereceram resistência aos espancamentos, pelo que os guardas abriram fogo com shotguns. Os reclusos fugiram para as celas, onde foram espancados um por um, ao mesmo tempo que todas as celas íam sendo rusgadas.
A informação que existe é a de que há inúmeros feridos no EP, nove dos quais foram transferidos para hospitais.

O resto da população prisional, incluíndo todos os outros feridos, estão fechados nas celas, na prisão de Leiria, desde 6ª-feira.

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[Portugal] Vigiar e punir


Tirado de diarioliberdade.org:

Kaos Portugal [Ricardo Noronha] - Reclusos do estabelecimento prisional do Linho organizaram, a 18 de Janeiro, um levantamento de rancho e uma greve ao trabalho apoiada pelo conjunto dos 400 presos.

Este protesto, que tinha como exigência o afastamento de Norberto Fonseca Rodrigues, chefe dos guardas, foi a resposta colectiva dos presos, após a morte de um recluso durante a noite. Paulo Alexandre Caeiro tinha estado nove meses em regime de segurança (solitária), por ter sido apanhado com uma faca. Regressou ao regime geral com mais trinta quilos de peso, sendo encontrado morto na cela três dias depois. Os presos exigiam também aquecedores para as celas, a actualização e a verdade nos relatórios técnicos que informam os processos de liberdade condicional, o fim dos isolamentos arbitrários e dos espancamentos, bem como o direito a duas visitas semanais, como ocorre nas outras cadeia.


Os 6 de Belgrado livres. Crónica do xuízo.


Tirado de cntgaliza.org:

Vamos chegando a Belgrado diferentes compañeiros e compañeiras das distintas seccións anarco-sindicalistas da AIT, entre elas a ZSP de Polónia, FAU Alemá, Solidarity Federation Inglesa ... e afins. Ainda que se apresenta un clima xélido e a derramar de neve, non perdemos a esperanza de arroupar aos compañeiros represaliados co noso calor solidário.

Segundo nos contan os compañeiros servios da ASI, hai bastantes posibilidades de que este xuízo farsa, que se celebrará amañá às 10:00, fique en nada, postoa que, pese às elevadas acusacións das que foron obxecto, os factos revelan pouca consisténcia. Contodo, non deixa de ser un xuízo político no que o ministério de interior ten bastante que dicer, algo moi dado nisto que chlaman democracia, polo que non nos vamos a adiantar aos acontecimentosn pola experiéncia que maceramos nestes casos. Como CNT vamos a intentar asistir ao xuízo e participaremos nos diferentes actos de apoio e às xornadas que lle preceden.

O xuízo


Queremos saber como morreu Antonio Pallas


Antonio_Pallas.jpgO día 16 de Xaneiro de 2010 morrei Antonio Pallas García, con 29 anos de idade, de forma violenta no Centro Penitenciario de Teixeiro.

Nestes dous últimos meses xa van tres presos mortos en extrañas circunstancias no Centro Penitenciario de Teixeiro.

Ademais vólvese a producir unha morte inverosimil por aforcamento.

Ao igual que o rapaz Diego Viña, morto no cuartel da garda civil de Arteixo.

A SOCIEDADE ANTE ESTES FEITOS SE PREGUNTA:

¿CANDO REMATARÁ A IMPUNIDADE? ¿CANDO SE INVESTIGARÁN ESTAS MORTES? ¿CANTOS MAIS TEÑEN QUE MORRER PARA QUE NOS PERCATEMOS QUE A CADEA É UN CENTRO DE EXTERMINIO?

CONCENTRACIÓN O DÍA 5 DE FEBREIRO DE 2010 ÁS 12:00 DA MAÑÁ DIANTE DO XULGADO DE VIXIANCIA DE A CORUÑA (Edificio de novos Xulgados)


[Portugal] Protestos e repressão na Prisão do Linhó - Presos reagem à morte e espancamentos de reclusos


Tirado de redelibertaria.blogspot.com:

Nos últimos dias, cerca de 400 reclusos do estabelecimento prisional do Linhó (Sintra) iniciaram uma greve de fome, assim como outras formas de protesto, contra a degradação do ambiente vivido nesta prisão, que teve o seu clímax em vários espancamentos de presos e na “estranha” morte de um preso no dia 16 de Janeiro.

Na noite de 18 de Janeiro, o Grupo de Intervenção dos Serviços Prisionais entrou na prisão do Linhó para atacar as greves de fome e ao trabalho apoiadas e praticadas de forma generalizada pelos reclusos, tendo usado a força de forma intimidatória e recolhido cerca de um dezena de reclusos, todos ou quase todos negros, para os transferirem para a mal afamada cadeia de Monsanto.

A título informativo e de denúncia, reproduzem-se aqui alguns ofícios publicados no site da ACED sobre estes acontecimentos.
(http://iscte.pt/~apad/ACED/ficheiros/observatorio.html#oficios)

Noticias Correio da Manhã:

Presos recusam comer e trabalhar

Linhó: Reclusos em protesto

Morte de preso revolta cadeia

Protestos e repressão na Prisão do Linhó


Não à pena de morte para Mumia Abu-Jam


Tirado de galiza.indymedia.org:

Mumia Abu-Jamal,jornalista premiado, autor de seis livros, está no corredor da morte nos Estados Unidos há quase três décadas. Tornou-se num símbolo mundial da luta contra a pena de morte, o racismo e as violações de direitos humanos. Foi lançada uma petição on-line. URGENTE.

Mumia Abu-Jamal, um jornalista premiado e autor de seis livros, está no corredor da morte da Pensilvânia, EUA, há quase três décadas. Tornou-se num símbolo mundial da luta contra a pena de morte, o racismo e as violações de direitos humanos.

Ontem (dia 20), o Supremo Tribunal dos EUA emitiu o veredicto após um litígio de 15 meses levantado pela defesa de Mumia. O caso foi devolvido ao Tribunal de Recurso de Filadélfia.

“Mumia continua no corredor da morte, sob uma sentença de morte. Está em maior perigo do que em qualquer outro momento, desde a sua prisão há 28 anos atrás”, afirmou Robert R. Bryan, o seu principal advogado. A defesa continua a lutar por um novo julgamento, justo e imparcial. “A acusação disse que vai continuar a exigir a morte de Mumia às mãos de um carrasco. Não vou deixá-los matar Mumia. Quero-o livre”.


[Urxente] Asina pola liberdade de Jean-Marc Rouillan e Geroges Cipriani


Tirado de indymedia.galiza.org:

A seguinte convocatoria do "Colectivo de apoio aos presos de Acción directa", diríxese aos "grupos, asociacións, organizacións e aos individuos" para que asinen urxentemente este texto:

En castelan: http://www.kaosenlared.net/noticia/convocatoria-urgente-para-liberacion-...

O Colectivo "Ne laissons pas faire!" convídavos a asinar e facer asinar extensamente esta petición (grazas por indicar os vosos nomes, apelidos, lugar de residencia, profesión, ) e transmitir as firmas á dirección de correo electrónico seguinte:

sout.ad@orange.fr

"A pesar de cumprir a totalidade da condena de seguridade desde febreiro de 2005, seguen mantendo no cárcere a Georges Cipriani e Jean-Marc Rouillan. Pedimos a atención médica inmediata e apropiada para Jean-Marc Rouillan e a súa liberación tan axiña como sexa posible".

Texto, adxunto á invitación:

- 21 de Febreiro de 1987. Detención de Joelle Aubron, Georges Cipriani, Nathalie Ménigon e Jean-Marc Rouillan. Foron condenados despois de varios xuízos (1989 e 1994) a cadea perpetua , que equivale a unha pena mínima de 18 anos firme.


[Portugal] Começa a 1ª sessão do julgamento contra os detidos na manifestação do 25 de Abril de 2007.


Tirado de redelibertaria.blogspot.com:

Às 9h30, na Gare do Oriente

Continuamos nas ruas!


[Compostela] info detençons na manifestaçom pro-okupaçom + video-crónica


As dúas pessoas que forom detidas estám já em liberdade e com cargos.

Vídeo-crónica da manifestaçom:

http://gzvideos.info/manifestacom-pola-okupacom-em-compostela/

A primeira pessoa foi detida antes do começo da manifestaçom, aproximadamente sobre as 17:30, e foi liberada o mesmo día à tardinha. Outra pessoa foi detida ao rematar o roteiro que percorreu o bairro da Almáciga.

Já dissolta a manifestaçom, os policías dirigírom-se violentamente a um home para identifica-lo. Ante a pregunta das razons para tal actuaçom, iniciou-se um forcexeo que rematou co home nos calabozos ata hoxe (luns 18) a média manhá. Momento no que foi posto por fim a dispossiçom judicial para depois ser posto em liberdade com cargos.

CONTRA A REPRESSOM,
SOLIDARIEDADE E APOIO MÚTUO

TOCAM A UMHA,
TOCAM-NOS A TOD(A)S

NOM NOS CALARÁM
NOM NOS PARARÁM

+info noutros médios de contrainformaçom:

http://galizalibertaria.org/node/322
http://www.alasbarricadas.org/noticias/?q=node/12699
http://www.kaosenlared.net/noticia/compostela-ocupada-policias-espanhois...

nos médios do sistema:

http://www.lavozdegalicia.es/santiago/2010/01/17/0003_8232954.htm
http://www.elpais.com/articulo/Galicia/Despliegue/policial/centro/histor...

convocatória da manifestaçom:


[Compostela] Cidade ocupada por polícias para evitar manifestaçom pro-okupaçom


Tirado de alasbarricadas.org:

A enésima actuaçom repressiva contra a histórica casa okupa compostelana, cujas instalaçons fôrom tapiadas após o despejo dos okupantes no passado dia 29 de Dezembro, provocou ontem umha resposta mobilizadora de quase umha centena de vizinhos e vizinhas de Compostela.

Como é habitual na capital da Galiza, nomeadamente em Ano Santo como este, a presença de fardados armados era irrespirável. A Polícia de choque realizou identificaçons em massa dos e das participantes, que protestárom pola falta de liberdades civis que denota a reposta policial à legítima mobilizaçom das pessoas expulsas da Casa Encantada. Provavelmente as identificaçons darám passagem a denúncias selectivas contra participantes na manifestaçom, como é habitual que aconteça nestes casos.


[DESCONVOCADA] Concentración contra a impunidade no C.P Teixeiro


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Desde hai bastantes anos as denúncias por rigor desnecesário e torturas son constantes no módulo de isolamento deste centro penitenciário.

betanzos2010.jpgAs primeiras de que se tivo coñecimento son do ano 1999. O 3 de Decembro deste ano o próprio xulgado de vixiláncia penitenciária da Coruña (Expediente 9108/99) ditou auto en que criticava a actuación dos funcionários deste módulo e
declarava non axustadas a direito as medidas tomadas contra alguns internos: suxeición mecánica (alxemas con grilletes) durante catro días e isolamento provisório durante cinco días.

Estes feitos non transcenden facilmente dado que, como norma, os presos son transladados despois de se ter producido a agresión. Nesto, son varias as denuncias interpostas por varios presos a raíz do que os medios de comunicación deron en chamar o "Motín de Teixeiro"...

O próximo día 19 de xaneiro, está sinalado xuizo de faltas con varios funcionarios imputados: faise importantísimo que se vexa o apoio da sociedade aos presos denunciantes...

Xa sabedes, ás 10:00 horas na praza de diante dos Xulgados de Betanzos...

WWW:: http://denuncia.info


Un grupo anarquista reivindica los atentados a la Policía en Fin de Año


De El Correo Gallego ( http://www.elcorreogallego.es/santiago/ecg/un-grupo-anarquista-reivindic...):

Un grupo anarquista reivindicó ayer en su página web www.klinamen.org, la autoría de los atentados perpetrados la noche de Fin de Año y que causaron daños en dos vehículos de la Policía Local. Los integrantes de este grupo reconocieron que pusieron dos bombas incendiarias en una furgoneta y un coche en la comisaría de la Policía Local(al lado del Obradoiro) y otro artefacto en las dependencias de la Policía Nacional en la rúa Pitelos. En la web señalan que se trata de una "venganza por Tamara y venganza por la huelga de hambre de los presos anarquistas (Gabriel, Marco...)". Además afirman que "los vehículos sufrieron bastante daño, una pena que el mal tiempo no ayudara a quemarlos más. Os estamos perdiendo el miedo."


5 años sin ti: Xose Tarrio González


Tirado de euskalherria.indymedia.org:

Se cumplen cinco años de que Xosè Tarrio Gonzalez, muere de cárcel, nuestro compañero permanece en la memoria de l@s anarquistas

Huye HOMBRE huye!!
(SP!)

Hoy, 2 de enero de 2010, se cumplen 5 años de la muerte de nuestro hermano Xosé Tarrio, compañero anarquista, secuestrado por el Estado a los 16 años, de los cuales diez los pasa en aislamiento.

Xosé era un humano, y digo humano porque poseía esa humanidad que esta sociedad carece. Su espiritu fuguista, su expresión de odio al sistema y su no doblegarse a sus verdugos, lo conducierón a sufrir en su piel escalofriantes torturas y vejaciones, de una manada de asesinos torturadores.
!!No son funcionarios, son carceleros¡¡


Centro Social desaloxado e tapiado na Almáciga (Compostela)


Na mañá do martes 29 de decembro, vários axentes da policía nacional presentáronse no número 17 da rúa do Pino en Compostela. Porcederon a expulsar a unha persoa que a falta doutro lugar, descansaba nese momento na casa. Foi levada á comisaría para ser identificada. Coa connivencia da policia, uns individuos que os acompañaban procederon a destrozar con mazas os baños e outras cousas da casa. Despois procederon ao tapiado da casa sen sequera permitir a retirada das cousas que estaban dentro. Todo o proceso foi executado sen previo aviso e de xeito irregular.

Os médios difaman e informan do que non saben tratando de xerar unha opinión acorde coa versión que lles interesa, falando dunha vivenda cando era tal, e outras acusacións infundadas.

http://www.lavozdegalicia.es/santiago/2009/12/30/0003_8199581.htm

http://www.elcorreogallego.es/santiago/ecg/desalojan-otra-casa-okupas-ru...

Nótase que ao poder lle urxe “limpar a cidade” de toda iniciativa social autónoma que non estea circunscrita aos baleiros “centros socioculturais” do concello ou apadriñada polas súas subvencións.

Impídese pola forza o uso dun espazo onde medraban soños, un recuncho onde se trataba de resucitar a solidariedade entre as persoas mais alá das barreiras das convencións sociais.


[A coruña] Crónica do poder TopMaNta


Tirado de galiza.indymedia.org:

Ante a campaña de Nadal coa que Losada agasallou ao colectivo manteiro, provocando o aumento do control policial na Rúa Real e a dificultade e peligrosidade de sacar as mantas, e; ante a pasividade de boa parte das ONG's e demáis institucións e asociacións locais (que din realizar un traballo de apoio ao migrante), as persoas manteiras xunto a asamblea aberta polos dereitos das persoas migrantes decidimos convocar unha movilización baixo o lema “Sobrevivir non é delito” na tarde de hoxe.

Algúns dos comerciantes da Área Obelisco declaraban recentemente que o top manta resulta ser “ competencia desleal para o pequeno e medio comercio”, ademáis de “dar una mala imagen de La Coruña”, “tapan os escaparates” i “están cometendo actividades delictivas”... O alcalde da cidade “na que ninguén é forasteiro/a" decide apoiar tais argumentacións incrementando a represión hacia un colectivo xa en exceso precarizado e que loita cada día por sobrevivir. Por iso...


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