galiza

Eliseo Fernández: "os anarquistas estamos contra essa construção nacional entendida como edificação dum novo estado"


De galizalivre.org:

Redacçom/ Eliseo Fernández está vinculado estreitamente aos movimentos sociais galegos. É membro de Uniom Libertária de Ferrol e conhecido investigador e divulgador da memória histórica. Do galizalivre.org quigemos falar com ele para repassar alguns episódios da nossa história e também a situaçom do movimento libertário mais galego.
1ª parte: memória histórica

Na tua coluna no Diário Liberdade repassas alguns dos episódios da história do anarquismo. Chama a atençom a temperá vinculaçom entre o anarquismo galego e luso-brasileiro, nom é? Pensas que o facto de o anarquismo nom ser "nacionalista" ajudou a esta vinculaçom?

Canteiros galegos e portugueses: face a face


Tirado de diarioliberdade.org:

Eliseo Fernández

Na década de 90 do século XIX houve uma vaga de conflitos entre operários galegos e portugueses. Naquela altura, existia uma forte mobilização operária em toda a Galiza, estimulada pelas reivindicações da jornada de oito horas na data do 1º de Maio, solenizada no país desde o ano 1890.

As divergências entre operários galegos o portugueses tiveram início no Outono de 1894 na Corunha, atingindo os canteiros que trabalhavam na praça de Maria Pita. Naquela obra, os operários galegos pediram a demissão dalguns portugueses que lá estavam lavrando pedra. O motivo da briga era que os operários portugueses chegados de Viana do Castelo não aderiram as sociedades operárias da cidade e não apoiavam a greve dos operários galegos pedindo aos patrões a subida dos salários. Os canteiros corunheses entrevistaram-se oficialmente com os colegas portugueses para lhes pedir que deixassem de trabalhar, mas não o conseguiram e começaram então os ataques contra os canteiros lusos. Depois de vários incidentes violentos entre os canteiros galegos e portugueses, os operários da Corunha tiveram de abandonar a greve sem conseguir as suas reivindicações.

Modernidade


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Publicado originalmente no #107 de A Micro Pechado, boletim da ERGAC (Espazos Radiofónicos Galegos en Catalunya)

[Galiza] Un total de 720 gallegos se dieron de baja oficialmente de la Iglesia católica


Tirado de elprogreso.galiciae.com:

Un total de 720 gallegos renunciaron formalmente a la religión católica al no estar de acuerdo con su doctrina mediante la apostasía, procedimiento por el cual se deja de pertenecer a la Iglesia tras entrar a formar parte de ella mediante el sacramento del bautismo.

Según los datos facilitados por los diferentes obispados, en Galicia los primeros casos de apóstatas se registran en el año 2000, si bien desde entonces este fenómeno no dejó de ir a más.

De las 720 personas que abandonaron la institución religiosa en la comunidad, la inmensa mayoría, 526, pertenecen al Arzobispado de Santiago –que abarca la capital y las ciudades de Pontevedra y A Coruña–, mientras que 75 apostataron en Ourense, 65 en el obispado de Tui-Vigo, 45 en el de Mondoñedo-Ferrol y tan sólo 9 en el de Lugo.

Entrevista com Ren de Ren


agência de notícias anarquistas-ana

Recentemente, o Coletivo Editorial Ren de Ren publicou seu segundo livro coletivo, “A Civilização Enferma”, obra onde “se constrói uma rigorosa e implacável observação do processo de industrialização da vida”. O primeiro trabalho editado por este coletivo galego é instigante e certeiro: “A falácia da sustentabilidade”. Em sua página eletrônica são abordadas várias questões como desenvolvimento, sustentabilidade, capitalismo verde, entre outros temas. Acompanhe a seguir a entrevista que o Coletivo Ren de Ren concedeu à ANA.

Agência de Notícias Anarquistas > Quando vocês tiveram a idéia de criar o Coletivo Ren de Ren? Com que atitude, sensibilidades, nasce o grupo?

1-M


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Publicado originalmente no #103 de A Micro Pechado, boletim da ERGAC (Espazos Radiofónicos Galegos en Cataluña)

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