entrevista

Suso Garcia, da CNT: "Um sindicalismo sem subsídios, sem eleiçons e sem liberados é possível"


Tirado do recén aberto diarioliberdade.org:

DL - Encetamos com a CNT umha série de entrevistas que nos permitam conhecer o trabalho das centrais operárias galegas que mantenhem posiçons nom pactistas, ou com os sectores que, nalguns casos, fam oposiçom às direcçons burocráticas dos grandes sindicatos.

A Confederaçom Nacional do Trabalho, que comemora neste ano o primeiro centenário de existência, já foi a maior central operária peninsular, vivendo na actualidade um certo crescimento após décadas de crise. Achamos esses uns bons motivos para começarmos com a organizaçom decana em activo do anarco-sindicalismo na Galiza.

Para tal, entrevistamos um representante da recém constituída CNT de Betanços. Suso Garcia tem 46 anos e trabalha como administrativo no sector da indústria têxtil. É filiado da CNT desde 1983 e actualmente realiza trabalhos de Organizaçom e tesouraria no sindicato de Betanços. Como militante libertário, colabora nas associaçons pola Recuperaçom da Memória Histórica, tendo participado em diferentes conferências sobre a História do anarco-sindicalismo galego.

Entrev. tfne com as Compas Kalimeras desde Copenhagem


Falamos desde o nosso estúdio com duas compas kalimeras deslocalizadas em Copenhagem com motivo da cimeira do clima COP15.

Dam conta dos actos desde o sábado 12 até o luns 14 , das detençons sofridas, de como actua a polícia e das estratégias de luita das activistas.

Críticas às ONGs hipócritas defessoras dum "capitalismo solvente" e dam conta das luitas de há mais de um ano contra o desalojamento dumha okupa entroutras coisas.

O resultado num aúdio de 37'14'' que podedes descarregar ou ouvir desde a nossa página web http://akalimera.org

[Vídeo] Charla e entrevista com Maria Galindo do colectivo feminista boliviano Mujeres Creando


de gzvideos.info:

Falamos com Maria Galindo do colectivo feminista Mujeres Creando de Bolivia, que estivo esta semana na Galiza convidada pola Universidade Invisibel, a Assembleia de Mulheres de Vigo e Nomepisesofreghao, para compartilhar experiências do seu trabalho em América do Sul com as companheiras galegas no Cs A Revolta de Vigo e no Cs Atreu! da Corunha.

[GZVideos] Entrevista com Enric Duran


Entrevistamos ao activista anti-capitalista catalam Enric Duran com motivo da sua gira por Galiza para dar a conhecer o projecto “Podemos viver sem capitalismo”.

Enric Durán I Giralt: ´Convertiré mi juicio en un juicio a la banca y al poder´


Tirado de laopinioncoruña.es:

"Robé 490.000 euros a los bancos gracias a sus puntos débiles. Creo que fue una acción oportuna y que le ha hecho pensar a mucha gente"

"He robado 492.000 euros a quienes más nos roban", anunció el 17 de septiembre de 2008 el catalán Enric Durán (1976), una 'expropiación' a 39 bancos, que le llevó a la cárcel dos meses. Desde que quedó en libertad, en mayo, predica la causa de Vivir sin capitalismo y Por el Decrecimiento, movimientos que ayuda ahora a organizar en A Coruña, donde está invitado por los 'ocupas' de As Atochas y CS Atreu

ISABEL BUGALLAL | A CORUÑA -Está pendiente de juicio, ¿qué pena le espera?

-Teniendo en cuenta los atenuantes, menos de dos años, por un delito de estafa continuada. No creo que vaya a la cárcel.

-¿Volvería a hacerlo?

-Sí, aunque cumpliera prisión.

-¿Consagrado a la causa anticapitalista en cuerpo y alma?

-Hace diez años que estoy implicado al 100% en todo esto y mis compromisos van en aumento.

-¿Su acción fue comprendida?

-Sí, mucha gente la ha apoyado y le ha hecho pensar. Creo que ha sido oportuna pues ha coincidido con la crisis y hay un sentir general contra los bancos. Y cada dos por tres salan corrupciones políticas.

Conversando com El Libertario


Tirado do indymedia

Resumo e síntese de duas entrevistas realizadas em 2009, a direção coletiva da publicação anarquista venezuelana.

-- Quem são vocês?

Entrevista com Ren de Ren


agência de notícias anarquistas-ana

Recentemente, o Coletivo Editorial Ren de Ren publicou seu segundo livro coletivo, “A Civilização Enferma”, obra onde “se constrói uma rigorosa e implacável observação do processo de industrialização da vida”. O primeiro trabalho editado por este coletivo galego é instigante e certeiro: “A falácia da sustentabilidade”. Em sua página eletrônica são abordadas várias questões como desenvolvimento, sustentabilidade, capitalismo verde, entre outros temas. Acompanhe a seguir a entrevista que o Coletivo Ren de Ren concedeu à ANA.

Agência de Notícias Anarquistas > Quando vocês tiveram a idéia de criar o Coletivo Ren de Ren? Com que atitude, sensibilidades, nasce o grupo?

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