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[Portugal] 1º de maio anticapitalista libertário alvo de repressão brutal
Enviado por galizalibertaria el Mar, 05/03/2011 - 00:08.- Inicie sesión o regístrese para enviar comentarios
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De http://pt.indymedia.org (alí hai galería fotográfica):
Pelo 2º ano consecutivo realizou-se em SetúbaL, Portugal, um 1º de Maio anticapitalista e anarquista.. Ao apelo responderam cerca de 200 pessoas de diversas partes em Portugal, que se manifestaram de uma forma coesa e anti-autoritária. As palavras de ordem, bandeiras negras, verdes anarquistas e rubro negro e os panos não deixavam sombra de dúvida: a guerra social, a insurreição, a recusa de submissão ao patrão, ao estado, ao capital:
" o povo unido não precisa de partido", "auto-organização", "o povo organizado não precisa do estado", "Blocagem...greve selvagem!"
Canteiros galegos e portugueses: face a face
Enviado por galizalibertaria el Jue, 08/19/2010 - 19:16.- Inicie sesión o regístrese para enviar comentarios
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Tirado de diarioliberdade.org:
Eliseo Fernández
Na década de 90 do século XIX houve uma vaga de conflitos entre operários galegos e portugueses. Naquela altura, existia uma forte mobilização operária em toda a Galiza, estimulada pelas reivindicações da jornada de oito horas na data do 1º de Maio, solenizada no país desde o ano 1890.
As divergências entre operários galegos o portugueses tiveram início no Outono de 1894 na Corunha, atingindo os canteiros que trabalhavam na praça de Maria Pita. Naquela obra, os operários galegos pediram a demissão dalguns portugueses que lá estavam lavrando pedra. O motivo da briga era que os operários portugueses chegados de Viana do Castelo não aderiram as sociedades operárias da cidade e não apoiavam a greve dos operários galegos pedindo aos patrões a subida dos salários. Os canteiros corunheses entrevistaram-se oficialmente com os colegas portugueses para lhes pedir que deixassem de trabalhar, mas não o conseguiram e começaram então os ataques contra os canteiros lusos. Depois de vários incidentes violentos entre os canteiros galegos e portugueses, os operários da Corunha tiveram de abandonar a greve sem conseguir as suas reivindicações.
[Portugal] Boletim Anarco-Sindicalista nº 35 (Abril-Junho 2010)
Enviado por galizalibertaria el Dom, 06/13/2010 - 21:31.- Inicie sesión o regístrese para enviar comentarios
Boletim Anarco-Sindicalista nº 35 (Abril-Junho 2010)
Descarregar em PDF: http://www.freewebs.com/aitbas/bas/BAS_35.pdf
[Portugal] Em relação à tentativa de criminalização da Rede Libertária
Enviado por galizalibertaria el Mié, 05/12/2010 - 23:17.- Inicie sesión o regístrese para enviar comentarios
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Tirado de Rede Libertaria:
.......Cabe, em primeiro lugar, esclarecer uma vez mais que a Rede Libertária não é um colectivo, nem um partido, nem um grupo armado (!). Não tem fileiras, nem militantes, nem sedes, nem estrutura física nenhuma.
.......É uma ferramenta, que, através da internet, serve para aproximar pessoas que desenvolvem projectos afins ao anarquismo e serve também para comunicar publicamente as actividades que se vão fazendo, assim como, divulgar notícias que nos pareçam relevantes.
.......A Rede Libertária jamais poderá, portanto, ser uma organização que se desloque a manifestações ou receba financiamentos como, imbecilmente, o Correio da Manhã e a SIC referem.
.......Sim, no blog da Rede Libertária apareceu publicada uma imagem que criticava a imunidade e a inutilidade das figuras políticas portuguesas, perante a evidente injustiça social deste sistema.
......Essa imagem foi publicada em tom de sátira.
.......É abusivo, por isso, ter ocorrido uma rusga a uma casa privada, a apreensão de material informático e a acusação à pessoa em causa por "incitação à violência"!
[Portugal] Boletim Anarco-Sindicalista nº 34 (Janeiro – Março 2010)
Enviado por galizalibertaria el Mié, 03/10/2010 - 18:05.- Inicie sesión o regístrese para enviar comentarios
Boletim Anarco-Sindicalista nº 34 (Janeiro – Março 2010)
Alguns dos artigos publicados neste número:
- Constituição do Sindicato de Ofícios Vários da AIT-SP no Porto
- Contra o despejo do Centro de Cultura Libertária
- António Ferreira: uma referência de dignidade na luta contra as prisões
- De olhos postos na Grécia
- Trabalho escravo II
- Globalização, crise
- Os monárquicos e nós
- Desemprego
- O terramoto de Janeiro de 2010 no Haiti
- Liberdade imediata para Amadeu Casellas!
- Contra a ilegalização da FAU-Berlim: Solidariedade sem fronteiras!
- Começou o julgamento dos anarquistas de Belgrado: Os seis companheiros foram libertados!
- XXIV Congresso da AIT em Porto Alegre
- Anarco-Sindicalistas e Republicanos - Setúbal na I República
- Começa a farsa judicial contra os 11 processados do 25 de Abril de 2007
Download em PDF:
- BAS nº 34 (A3 para impressão)
[Portugal] Vigiar e punir
Enviado por anarquista anónimo el Lun, 03/01/2010 - 19:51.- Inicie sesión o regístrese para enviar comentarios
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Tirado de diarioliberdade.org:
Kaos Portugal [Ricardo Noronha] - Reclusos do estabelecimento prisional do Linho organizaram, a 18 de Janeiro, um levantamento de rancho e uma greve ao trabalho apoiada pelo conjunto dos 400 presos.
Este protesto, que tinha como exigência o afastamento de Norberto Fonseca Rodrigues, chefe dos guardas, foi a resposta colectiva dos presos, após a morte de um recluso durante a noite. Paulo Alexandre Caeiro tinha estado nove meses em regime de segurança (solitária), por ter sido apanhado com uma faca. Regressou ao regime geral com mais trinta quilos de peso, sendo encontrado morto na cela três dias depois. Os presos exigiam também aquecedores para as celas, a actualização e a verdade nos relatórios técnicos que informam os processos de liberdade condicional, o fim dos isolamentos arbitrários e dos espancamentos, bem como o direito a duas visitas semanais, como ocorre nas outras cadeia.
[Portugal] Protestos e repressão na Prisão do Linhó - Presos reagem à morte e espancamentos de reclusos
Enviado por galizalibertaria el Mar, 01/26/2010 - 19:48.Tirado de redelibertaria.blogspot.com:
Nos últimos dias, cerca de 400 reclusos do estabelecimento prisional do Linhó (Sintra) iniciaram uma greve de fome, assim como outras formas de protesto, contra a degradação do ambiente vivido nesta prisão, que teve o seu clímax em vários espancamentos de presos e na “estranha” morte de um preso no dia 16 de Janeiro.
Na noite de 18 de Janeiro, o Grupo de Intervenção dos Serviços Prisionais entrou na prisão do Linhó para atacar as greves de fome e ao trabalho apoiadas e praticadas de forma generalizada pelos reclusos, tendo usado a força de forma intimidatória e recolhido cerca de um dezena de reclusos, todos ou quase todos negros, para os transferirem para a mal afamada cadeia de Monsanto.
A título informativo e de denúncia, reproduzem-se aqui alguns ofícios publicados no site da ACED sobre estes acontecimentos.
(http://iscte.pt/~apad/ACED/ficheiros/observatorio.html#oficios)
Noticias Correio da Manhã:
Presos recusam comer e trabalhar
Linhó: Reclusos em protesto
Morte de preso revolta cadeia
Protestos e repressão na Prisão do Linhó















