- [Ascó | TGN] Participación libertaria y de la CNT en la manifestación anti cementerio nuclear en Ascó
- Convocan una asamblea ante la petición de 10 meses de prisión a dos marineros por el “caso Massó”
- Cultivar la tierra para protegerla
- ” El reciclaje no es una solución, es un complemento”
- Ence pide un plan para reforestar un tercio de Asturias con eucaliptos y otras especies
[Portugal] Boletim Anarco-Sindicalista nº 34 (Janeiro – Março 2010)
Enviado por galizalibertaria el Mié, 03/10/2010 - 18:05.Boletim Anarco-Sindicalista nº 34 (Janeiro – Março 2010)
Alguns dos artigos publicados neste número:
- Constituição do Sindicato de Ofícios Vários da AIT-SP no Porto
- Contra o despejo do Centro de Cultura Libertária
- António Ferreira: uma referência de dignidade na luta contra as prisões
- De olhos postos na Grécia
- Trabalho escravo II
- Globalização, crise
- Os monárquicos e nós
- Desemprego
- O terramoto de Janeiro de 2010 no Haiti
- Liberdade imediata para Amadeu Casellas!
- Contra a ilegalização da FAU-Berlim: Solidariedade sem fronteiras!
- Começou o julgamento dos anarquistas de Belgrado: Os seis companheiros foram libertados!
- XXIV Congresso da AIT em Porto Alegre
- Anarco-Sindicalistas e Republicanos - Setúbal na I República
- Começa a farsa judicial contra os 11 processados do 25 de Abril de 2007
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- BAS nº 34 (A3 para impressão)
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[Portugal]Confrontos na Prisão-Escola de Leiria
Enviado por galizalibertaria el Lun, 03/08/2010 - 21:27.notícia retirada de pt.indymedia.org
Desde 6ª-feira que os presos do E.P. de Leiria estão sob ameaça constante, isolados nas celas, sem visitas, sem refeitório, sem banho, sem pátio, nem electricidade.
Aparentemente, por causa de um recluso se ter atrasado 1 minuto a chegar à sua cela, os guardas pretendiam retirar-lhe a sua televisão. Este preso recusou-se a entregar a tv e foi espancado!
Perante isto, muitos presos tomaram uma posição de protesto, exigindo falar com o director antes de se deixarem fechar nas celas.
A resposta da cadeia foi a "do costume": o director recusou-se ao diálogo e mandou um grupo de guardas com equipamento anti-motim espancar quem estivesse em protesto.
Nessa altura, os presos que se encontravam no refeitório ofereceram resistência aos espancamentos, pelo que os guardas abriram fogo com shotguns. Os reclusos fugiram para as celas, onde foram espancados um por um, ao mesmo tempo que todas as celas íam sendo rusgadas.
A informação que existe é a de que há inúmeros feridos no EP, nove dos quais foram transferidos para hospitais.
O resto da população prisional, incluíndo todos os outros feridos, estão fechados nas celas, na prisão de Leiria, desde 6ª-feira.
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Modernidade
Enviado por mincinho el Lun, 03/08/2010 - 21:22.
Publicado originalmente no #107 de A Micro Pechado, boletim da ERGAC (Espazos Radiofónicos Galegos en Catalunya)
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Número 2 da Aurora Obreira, revista anarco-sindical da Federação Operária de São Paulo
Enviado por rubendeferrol el Lun, 03/01/2010 - 19:54.Tirado de diarioliberdade.org:
FOSP - Está disponivel mais um número da revista anarco-sindical Aurora Obreira - número 02 março/abril 2010, feita inteiramente em programas livres (Scribus, OpenOffice, Inkscape e Gimp) e na plataforma Linux (Ubuntu 9.10), dentro do espirito de liberdade oferecidos por esses softs e sistema operacional.
A proposta da revista é divulgar, esclarecer e aprofundar temas relacionados ao anarco-sindicalismo e anarquismo, como práticas reais e atuais na luta por emancipação de nossa gente.
Os artigos são feitos visando serem ao mesmo tempo simples e que ofereçam ao leitor conhecimento ou indique onde procurar e desenvolver mais saber sobre os assuntos abordados.
Esperamos que ela se torne mais um veiculo de divulgação popular de nossas idéias, oferecendo boa leitura a todxs!.
A Aurora Obreira pode ser descarregada e lida aqui.
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[Portugal] Vigiar e punir
Enviado por rubendeferrol el Lun, 03/01/2010 - 19:51.Tirado de diarioliberdade.org:
Kaos Portugal [Ricardo Noronha] - Reclusos do estabelecimento prisional do Linho organizaram, a 18 de Janeiro, um levantamento de rancho e uma greve ao trabalho apoiada pelo conjunto dos 400 presos.
Este protesto, que tinha como exigência o afastamento de Norberto Fonseca Rodrigues, chefe dos guardas, foi a resposta colectiva dos presos, após a morte de um recluso durante a noite. Paulo Alexandre Caeiro tinha estado nove meses em regime de segurança (solitária), por ter sido apanhado com uma faca. Regressou ao regime geral com mais trinta quilos de peso, sendo encontrado morto na cela três dias depois. Os presos exigiam também aquecedores para as celas, a actualização e a verdade nos relatórios técnicos que informam os processos de liberdade condicional, o fim dos isolamentos arbitrários e dos espancamentos, bem como o direito a duas visitas semanais, como ocorre nas outras cadeia.
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[Grecia] Um olhar libertário sobre a Greve Geral na Grécia
Enviado por rubendeferrol el Lun, 03/01/2010 - 19:47.Tirado de diarioliberdade.org:

Centro de Média Independente - Dezenas de milhares de pessoas tomaram e ocuparam as ruas centrais de Atenas nesta quarta-feira (24), confirmando mais uma vez a indignação e fúria social de grande parte da população grega.
Desde a Avenida Alexandras à Escola Politécnica ocupada, toda a rua Patision até à Praça de Omonia (onde estavam as Corporações que pertencem ao PAME/KKE), e depois nas ruas os blocos formaram uma manifestação muito longa e densa. Entre quarenta e cinqüenta mil manifestantes.
Na verdade não foi somente a solidez da manifestação - pequena se tivermos em conta a gravidade da situação, nem a resistência "necessária" perante as mudanças que estão por vir.
O mais importante foi a raiva generalizada dos que inundaram as ruas de Atenas, e que não permitiu que a manifestação fosse um passeata pacífica e simbólica pelo centro de Atenas.
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Os 6 de Belgrado livres. Crónica do xuízo.
Enviado por rubendeferrol el Vie, 02/19/2010 - 18:08.Tirado de cntgaliza.org:
Vamos chegando a Belgrado diferentes compañeiros e compañeiras das distintas seccións anarco-sindicalistas da AIT, entre elas a ZSP de Polónia, FAU Alemá, Solidarity Federation Inglesa ... e afins. Ainda que se apresenta un clima xélido e a derramar de neve, non perdemos a esperanza de arroupar aos compañeiros represaliados co noso calor solidário.
Segundo nos contan os compañeiros servios da ASI, hai bastantes posibilidades de que este xuízo farsa, que se celebrará amañá às 10:00, fique en nada, postoa que, pese às elevadas acusacións das que foron obxecto, os factos revelan pouca consisténcia. Contodo, non deixa de ser un xuízo político no que o ministério de interior ten bastante que dicer, algo moi dado nisto que chlaman democracia, polo que non nos vamos a adiantar aos acontecimentosn pola experiéncia que maceramos nestes casos. Como CNT vamos a intentar asistir ao xuízo e participaremos nos diferentes actos de apoio e às xornadas que lle preceden.
O xuízo
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[Lugo] Vendaval anarquista no Benetton de Lugo
Enviado por rubendeferrol el Lun, 02/15/2010 - 21:21.Tirado de galiza.indymedia.org:
Un grupo de disfrazadxs visitou a tarde do luns de entroido unha das franquicias de Benetton en Lugo.
En vinganza contra unha das multinacionais responsables da explotación e represión do povo mapuche en Chile, destrozouse o interior do local e a sua roupa foi rociada con spray.
En poucos segundos, ordenadores, cristaleiras, xunto coas prendas, percheiros e alarmas antiroubo quedaron estragados.
"Marichiwueu" ('cen veces venceremos' en mapuche) e un A circulado foi a mensaxe grafiteada que deixaron
[Betanzos] Conferencia: Capitalismo, fame e saúde.
Enviado por rubendeferrol el Lun, 02/15/2010 - 15:59.O Sábado 20de febreiro e as 20 horas no Sálón Azul do Liceo (Betanzos)
Charla Debate organizado polo Ateneo A outra mirada.
Xavier Martin nos falará sobre
"Capitalismo, fame e Saúde"
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Novidades no Ateneu Virtual de CNT-Galiza
Enviado por eu el Sáb, 02/13/2010 - 18:44.As novidades son reedicións de folletos clásicos editados polo Ateneu Libertario Ricardo Mella da Coruña.
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No Progreso de Lugo
Un grupo de disfrazados destroza una tienda de Benetton en Lugo
Este acto, que por ahora todo apunta a que se trata de una gamberrada, tuvo lugar poco antes de las cinco de la tarde, en la tienda franquiciada, con ropa de hombre y mujer, que la multinacional italiana Benetton tiene en el número 18 de la Rúa da Raíña, en el conocido edificio Alonso Pita da Veiga.
Los siete individuos, aparentemente jóvenes, iban disfrazados. Llevaban los rostros cubiertos. Testigos presenciales coincidieron en que al menos uno de ellos iba vestido con un traje de demonio de color rojo.
Fue un acto vandálico que se desarrolló en muy poco tiempo. Se estima que en menos de un minuto. Pese a transcurrir a plena luz del día y en una calle tan transitada del recinto histórico, no hubo quien pudiese interceptar a alguno de los gamberros. Tras entrar en la tienda, los asaltantes echaron a la calle, bajo amenazas de muerte, a las tres personas que se encontraban en su interior, una dependienta y dos clientes. Éstos no sufrieron heridas.
Aparentemente no llevaban armas. Sólo uno de ellos portaba, dentro de una bolsa de plástico, una maza metálica. Los encapuchados tiraron por el suelo las prendas de vestir que estaban en varias estanterías e incluso rociaron alguna con spray.
Entre los destrozos que causaron en el mobiliario del interior figura la rotura de un espejo de unos tres metros de alto, que hay en una de las columnas de la tienda. y uno de los dos arcos de seguridad que hay a la entrada.
Cuando ya habían salido del local, uno de los asaltantes, el que portaba la maza metálica dentro de una bolsa de plástico, golpeó la puerta de entrada,formada por dos hojas de vidrio de seguridad laminado que estallaron, pero que no se llegaron a desprender.
El encargado de una tienda próxima explicó que, tras oir un estruendo, se asomó a la puerta y vio, según dijo, "como un chico alto, que llevaba puestas una sudadera de color rojo y una visera, golpeaba con lo que llevaba dentro de una bolsa de plástico los cristales de la puerta".
Según informó la agencia Efe, la policía judicial de la comisaría de Lugo se ha hecho cargo de la investigación y trata de determinar si todo se debió a un acto vandálico o si se pudo deber a algún tipo de acción reivindicativa.
outros meios
- http://ecodiario.eleconomista.es/sociedad/noticias/1913589/02/10/Un-grup...
- http://www.elconfidencial.com/ultima-hora/grupo-disfrazados-destroza-tie...
En diarioliberdade.org
Loja de Benetton atacada por umha comparsa do Entruido em Lugo
DL - Diferentes meios burgueses, incluído o jornal El Progreso de Lugo, informam de um ataque colectivo a umha loja da multinacional Benetton nessa cidade.
O ataque terá provocado destroços no local e na roupa exposta no referido negócio. Polos vistos, um grupo de sete pessoas disfarçadas entrou no local e, após pedir que as trabalhadoras e clientes o abandonassem, danificárom computadores, roupa, mobília e alarme antirroubo. Até aí, a informaçom consensual.
Enquanto meios como El Progreso, ABC ou La Voz de Galicia falam de "vandalismo" ao nom existirem "chamadas reivindicativas", noutros meios digitais fala-se de "vendaval anarquista", assinalando a realizaçom de pintagens do á circulado e da frase "marichiwe" ("cem vezes venceremos", em língua mapuche), atribuindo o ataque a umha "vingança contra umha das multinacionais repsonsáveis pola exploraçom e repressom do povo mapuche no Chile", como pode ler-se no site klinamen.
Seja como for, o certo é que o povo mapuche sim mantém um litígio com a multinacional Benetton, já que os irmaos Carlo e Luciano (proprietários da firma) possuem 970.000 hectares de terras mapuche da Argentina, o que os converte nos maiores latifundiários do país austral. Desde 2002, numerosas famílias mapuche tenhem sido expulsas das suas terras, depois da compra das mesmas pola multinacional têxtil.
Na Voz de Galicia
Un grupo de siete disfrazados destrozó la tienda de Benetton
La policía no localizó a las máscaras que portaban barras de hierro y cadenas
A la hora de elaborar esta información la persona responsable de la franquicia en Lugo aún no se había dirigido a la comisaría a presentar denuncia por los daños ocasionados, que estaban evaluando y efectuando recuento por si se llevaron algo durante la confusión que se generó.
Los incidentes se registraron sobre las cinco de la tarde. Por el momento se desconoce si se trata de una gamberrada o si por el contrario se podría catalogar como la acción de algún grupo organizado. En este último caso no había constancia ayer a las nueve de la noche de ninguna llamada reivindicativa. Fuentes policiales señalaron ayer que no trabajaban sobre ninguna hipótesis clara de trabajo.
En el lugar se personaron agentes de las policías nacional y local, que patrullaron la zona para tratar de localizar a alguna de las siete personas que entraron en la tienda. Después de causar los destrozos salieron a la calle y se dispersaron cada uno por su lado, perdiéndose entre el resto de los disfraces. A primera hora de la noche no habían localizado a ninguno de los integrantes. La policía realizó una inspección ocular del establecimiento y tomó fotos del estado en el que quedó todo después del paso del grupo. También estaban a la espera de revisar las grabaciones de las cámaras de seguridad.
No ABC
Un grupo de disfrazados destroza la tienda de Benetton en Lugo
El suceso de produjo las 17:00 horas, cuando los empleados de la tienda, -ubicada en la esquina entre la calle de la Reina y la plaza de Santo domingo-, se vieron sorprendidos por un grupo de disfrazados que accedieron al interior del local, donde revolvieron todo y destrozaron dos de las lunas de los escaparates.
Cada uno iba ataviado con un disfraz distinto y portaban bolsas en cuyo interior llevaban objetos contundentes, con los que arremetieron contra las lunas y el detector de prendas del establecimiento.
Además, dispersaron por el suelo la mayor parte de la ropa que había en los expositores y mancharon con una tinta de color rojo varias de las prendas, aunque en ningún momento atacaron a los empleados.
La Policía Judicial de la comisaría de Lugo se ha hecho cargo de la investigación y trata de determinar si todo se debió a un acto vandálico o si se pudo deber a algún tipo de acción reivindicativa.
Una vez cometidos los destrozos, cada uno de los participantes de dispersó en direcciones opuestas, sin que, a última hora de la tarde, tanto la Policía Local como Nacional pudieran localizar a alguno de los autores del asalto. EFE 1010607
En El Correo Gallego
Destrozan un local comercial
Siete individuos disfrazados destrozaron sin motivo aparente la tienda que tiene la empresa Benetton en la confluencia de la plaza de Santo Domingo con la rúa da Raíña de Lugo. Los hechos tuvieron lugar a las 17.00 horas de ayer y los asaltantes llegaron a desalojar a las dependientas del establecimiento .
Máis na Voz de Galicia
La policía reconoce que le resultará difícil localizar a los atacantes de la tienda de Benetton que reabrirá mañana
Fuentes policiales reconocieron ayer que la identificación, con vistas a una posterior detención de los asaltantes era complicada. Confirmaron, a su vez, que el visionado de las imágenes obtenidas por las cámaras de seguridad del establecimiento no aportan absolutamente nada.
Los investigadores consideran que el grupo que actuó, preparó el ataque con mucha antelación y aprovechó las fechas carnavalescas para no levantar demasiadas sospechas. Creen, asimismo, que pudo haber respaldo de alguna organización anarquista. De hecho, en los foros libertarios de Internet se informó del asalto con una extremada rapidez e incluso aportando detalles sobre las inscripciones que quedaron en la tienda.
La policía no descarta que los atacantes sean de la propia capital lucense y que estén conectados con otros grupos que llevaron a cabo actos similares en otras ciudades españolas aunque no recientemente. Por ejemplo, en Gijón, ocurrió un caso muy similar al de Lugo hace algún tiempo.
En la mañana de ayer no se conocía que el acto fuese reivindicado por ningún grupo anarquista. De todos modos es posible que en las próximas horas la acción sea firmada en alguna página anarquista de Internet.
Cierre de la tienda
Los daños ocasionados en el interior de la tienda son muy cuantiosos, toda vez que los protagonistas del incidente rompieron los cristales de la puerta de acceso utilizando unas marras. También dañaron uno de los arcos de seguridad y ya en el interior arrojaron al suelo diversas prendas de ropa, alguna de las cuales destrozaron echándole pintura roja. Al parecer también fueron inutilizados ordenadores y algunos percheros.
Los empleados que estaban en el momento de producirse el rápido ataque al establecimiento no sufrieron ningún tipo de agresión. Los atacantes únicamente se centraron en causar daños materiales.
La policía no tiene dudas de que se trata de un asalto en defensa de la comunidad mapuche de Sudamérica que mantiene, desde hace años una lucha sin cuartel contra la polémica firma italiana. De hecho, en el interior del local dejaron una pintada que dice Marichiwueu que, al parecer, quiere decir en mapuche cien veces venceremos. La acción fue descrita en Internet como «vendaval anarquista no Benetton de Lugo».
La lucha entre los mapuches y los empresarios italianos es constante y contó siempre con una gran repercusión mediática. Hubo multitud de juicios, prohibiciones, ataques y hasta llegó a mediar en el conflicto el premio Nobel de la Paz, Pérez Esquivel que dirigió severas acusaciones a Luciano Benetton.
David contra Goliat en tierras de la Patagonia
El conflicto entre los italianos Benetton y los mapuches de la Patagonia argentina, se remonta al año 2002 cuando una familia fue expulsada por la compañía de unas 250 hectáreas ubicadas en la provincia de Chubut, a 1.500 kilómetros al sudoeste de Buenos Aires. La empresa tiene alrededor de un millón de hectáreas en el sur de Argentina.
José Rabade di...
Tirado de europapress.es:
El Ayuntamiento de Lugo vincula el ataque a Benetton con grupos próximos a "reivindicaciones" de colectivos indígenas
El edil de Protección de la Comunidad del Ayuntamiento de Lugo, José Rábade, vinculó hoy el ataque a la franquicia de Benetton en la ciudad de las murallas con grupos próximos a "reivindicaciones" de colectivos indígenas -en concreto de los Mapuches- en el cono sur americano.
En concreto, fueron siete los enmascarados que accedieron a la tienda el pasado lunes -sobre las 17.00 horas- portando mazas, con las que destrozaron los cristales, vitrinas, un arco de seguridad y la puerta de entrada, y sprays con los que rociaron las prendas de vestir expuestas al público. Los daños causados en el establecimiento provocaron que se cuelgue el cartel de "cerrado hasta el jueves", para reparar los destrozos.
En una rueda de prensa, José Rábade calificó el hecho de "muy grave", que "puso en riesgo la seguridad de las personas", advirtiendo de la existencia de "precedentes" de ataques de este tipo en "otras ciudades". "Todo parece estar ligado a la reivindicación de algún grupo, contra esta marca comercial", incidió.
Aunque este concejal subrayó que este caso está al margen del ámbito de actuación de la Policía Local, ofreció todo el apoyo del cuerpo local para esclarecer este ataque a Benetton, en pleno corazón comercial de la ciudad de Lugo, en la Rúa da Raíña.
Por último, Rábade recordó que "siempre hubo sus más y sus menos" con Benetton entre determinados grupos y la marca italiana, y recalcó que dicha situación está vinculada con "una determinada reivindicación de un colectivo indígena en el cono sur americano".
Una web anarquista liga el ataque a Benetton con las reivindicac
Esta é do 15 de Febreiro, El Progreso de Lugo:
Nadie ha reivindicado por ahora el ataque de este lunes 15 contra la tienda de Benetton en Lugo. Sin embargo, en una página web del entorno anarquista se atribuye su autoría a un grupo de este movimiento "en venganza contra una de las multinacionales responsables de la explotación y represión del pueblo mapuche en Chile".
En la información que recoge esa página de internet se detallan los desperfectos causados en el interior de la tienda y, sobre todo lo que más sospechas levanta, que la ropa fue rociada con spray con mensajes como una A dentro de un círculo, que es el símbolo del movimiento anarquista, y la palabra "marichiwueu", que, según esa web, significa "cien veces venceremos", en mapuche.
La firma italiana Benetton es objetivo de colectivos de este pueblo chileno, que le acusan de usurpar tierras ancestrales en la Patagonia, y de la organización por los derechos de los animales PETA, que ha iniciado un campaña contra la multinacional de la unión de los colores por el uso que hace de la lana de ovejas australianas para confeccionar sus prendas.
La otra tienda franquiciada de Benetton en Lugo, sita en la esquina de la Rúa Conde Pallares con la Rúa da Cruz, que es del mismo propietario que la de la Rúa da Raíña, no fue atacada. Este empresario no quiso hacer declaraciones.
Agentes de la Policía Judicial, que inspeccionaron el local en busca de huellas, revisarán las imágenes de las cámaras de vigilancia para comprobar si pueden identificar a alguno de los asaltantes.