@S ANARQUISTAS CONTRA GALICIA BILINGÜE
A recente convocatória por parte de Galicia Bilingüe de uma manifestação em Compostela como final de uma carreira desde o seu nascimento há anos plenamente focada para devolver o poder parlamentar da Galiza ao PP, e a resposta lançada desde diferentes meios e coletivos, evidéncia uma problemática ao respeito da lingua que @s anarquistas galeg@s, fora de casos exepcionais, não acertaram a ver com lucidez, assí como a necessidade de uma postura diáfana por parte do anarquismo ante a aparição de organizações de corte fascista como GB e os intentos de recuperação nacionalista de qualquer oposição.
Sem irmos mui para trás no tempo, sim é necesário repasar qual a postura d@s anarquistas nos últimos tempos.
Vemos por um lado como em muitas ocasiões, de jeito acrítico e muito longe das tentativas integrais e radicais com que se deveriam analisar todas as problematicas, @s anarquistas têm reproduzido a posição do poder, mantendo-se na postura de privilegiar o uso do castelão sobre o galego, ou têm manifestado uma quase depreciativa indiferência, até o extremo de usos do galego anedóticos, residuais, quando não chegando à des-culturação que supõe textos ateigados de gralhas, que estes falantes nunca cometeriam em castelão.

Trás desta postura manifesta-se em muitas ocasiões um anti-nacionalismo que não é aplicável ao caso, e leva às anarquistas nesta tessitura a um paradoxal alinhamento com o nacionalismo espanhol. Necessário que fique tambem claro que são anarquistas como @s asinantes do cartaz à esquerda quem se mantêm nesta posição, mas não sempre. Tambem anarquistas com posturas claramente libertadoras, erram ao entender uma relação necesária entre lingua e nacionalismo, quando esta se da na verdade entre lingua e cultura e povo, aspeitos todos que deviam ser defendidos com afouteça pel@s anarquistas.
Mas noutro lado vemos como tambem os setores mais comprometidos do anarquismo sim apostam pelo galego como única forma de comunicação posível dentro da Galiza, e fa-no desde posturas muito críticas com o pensamento nacionalista, crítica desde a que há que entender o emprego geraliçado de normas como o padrão frente ao AGAL ou ILG, normas que se entendem tingidas de ideologismo e diferenciação fictícia, todo o qual é um debate aberto de mais para ser tratado cá.
Historicamente o anarquismo foi quem de perceber toda forma de opressão e de agir contra elas. O anti-militarismo, o ecologismo, a libertação sexual, a libertação da mulher, são exemplos claros, lutas nas que o anarquismo se desenvolveu até em momentos nos que a esquerda autoritária defendia visões antagónicas e enfrentadas.
Mas, pelos motivos que for, na Galiza não se estendeu esta visão à opressão cultural-idiomática. Choca, em quanto que num contexto como o galego é muito fácil entender o enfrentamento de classe refletido na oposição lingüistica, mas talvez este é o motivo pelo que o anarco-sindicalismo tem sido mais sensível.

No entanto, devia ser para o anarquismo uma questão fulcral a defesa da cultura própria de um qualquer território, mais quando se trata de uma cultura minoriçada e francamente ameaçada por uma força de poder que se coloca acima. Não se trata de defender a cultura galega frente a outra cultura, mas de defender a pervivência e existência da cultura galega ante uma ameaça do poder, e de defender as suas manifestações, entre elas a lingua.
Mas uma visão rápida ao que há por trás de Galicia Bilingüe devia situar definitivamente ao movimento anarquista. Desde o seu nascimento num liceo de Vigo, GB agiu numa dupla direção: por uma parte, jogar um papel decisivo como força de choque do nacionalismo espanhol na Galiza tendente à recuperação do poder político pelas direitas; por outra, atacar a existência da própria cultura galega lá onde está numa situação mais fraca e onde a proxeção do ataque é maior: nas crianças e na educação.
Assí, afirmamos que é necesária a resposta d@s anarquistas e ao tempo marcar uma distáncia clara com nacionalistas e independentistas, o que não significa questionar o seu direito a agir na direção que podam considerar conveniente.
É necesária em quanto que é um imperativo para o anarquismo a defensa das culturas. E é necesária em quanto que o anarquismo deve manter uma atitude beligerante com todas as manifestações opressoras, restritivas de direitos ou decididamente fascistas, como a que neste caso representa Galicia Bilingüe. É necesária tambem porque não seria bom que movimentos populares sofram uma recuperação desde a esquerda parlamentar, como temos visto fazer nos últimos anos nomeadamente ao BNG (lembrar: Nunca Mais, os lumes, Galiza non se vende, e não esquecer), e neste sentido as visões e análises anarquistas têm muito que aportar.
E é necesária porque o anarquismo é, ou devera ser, um movimento de emancipação integral, que debe dar sua visão e sua alternativa em todas quantas circunstáncias afetam às pessoas. Se ultimamente semelha que o anarquismo na Galiza se fundiu em um complexo que o leva a não se posicionar em questiões susceptiveis de ser assumidas, ou assumidas de facto, por outros movimentos políticos, esta é uma circunstáncia que haverá de ser combatida desde o próprio movimento, com a honestidade de incorporar leituras não surgidas de nós, e com a radicalidade analítica que tem caracteriçado ao anarquismo históricamente.
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Concordo e discrepo
Concordo e discrepo co texto nalgúns aspectos.
Creo que, na actualidade, o anarquismo galego vai moito máis na liña da defensa do pobo, da terra, e da cultura galega, que na liña españolista ou pretendidamente "cosmopolita" doutros tempos. Mais o cerne das organizacións libertarias é o anarquismo e non o nacionalismo, polo que no debate sobre a lingua e a cultura galega hai diversas posicións e un debate aberto, non sempre resolto, sobre o marco social de actuación e a lingua vehicular das nosas comunicacións, mesmo sobre a posibilidade de existencia dun certo "anarco-nacionalismo". As diferentes posturas entran en debate con normalidade e penso que hai unha evolución cara as posturas de defensa do noso pobo, territorio e cultura, que se pode comprobar con facilidade. Por este mesmo motivo, e como di o texto, a cuestión das normativas utilizadas é outro debate, no que os libertarios e libertarias galegas temos aínda moito camiño por facer.
Persoalmente, entendo que o compromiso do anarquismo galego coa nosa cultura, coa comunidade na que traballamos e na que nos inserimos de xeito "natural" (esto é, sen necesidade de razonalo ideolóxicamente) está bastante claro. Organizacións que se vertebran de abaixo cara arriba, que se relacionan horizontalmente, de xeito federativo, teñen recorrida máis da metade do camiño na defensa "real" da súa comunidade.
A miña discrepancia fundamental co texto é no que parece ser o cerne do mesmo: ver a actividade de "Galicia Bilingue" como unha ameaza grave para a lingua e a cultura galega e a loita contra este organismo unha batalla na que o anarquismo galego debería posicionarse de xeito claro. Non creo que "Galicia Bilingue" sexa a maior ameaza para a lingua galega e polo tanto desboto esa perentoria necesidade de que as libertarias e libertarios debamos aprestarnos "á loita final".
Existe na tradición da esquerda unha certa tendencia á "busqueda do enemigo asequible": ás veces a impotencia diante de problemas de enorme gravidade (como pode ser o da lingua galega, entre outros) fai que renunciemos ao combate frontal para escoller a loita contra "interlocutores" máis axeitados ás nosas forzas. Para aclaralo: como nos vemos impotentes para impedir o descenso no número de falantes de galego, consolámonos nun combate moito máis "cómodo" contra unha pequena organización da ultradereita radicalizada (e rídicula ao tempo) como é "Galicia Bilingue". Do mesmo xeito, impotentes para loitar contra o capitalismo que nos derrota no día a día, consolámonos organizándonos na loita "antifascista" contra catro rapaces representantes da ultradereita españolista. Contra "Galicia Bilingue" e contra os "fachitas" podemos gañar batallas, e mesmo a guerra, mais a nosa forza para dar o combate nos temas que realmente importan é cada veza máis pequena.
Esta claro que grupiños como "Galicia Bilingue" sobreviven no caldo de cultivo da ultradereita mediática e política neoespañolista da COPE, UPD e o PP, mais tamén se benefician da atención que reciben por parte do nacionalismo galego e explotan o victimismo canto poden. A súa postura existe na sociedade galega hai moitos anos e mesmo houbo xa organizacións que a defenderon como aquela AGLI dos anos 80, mais seguen sendo catro gatos e teñen poucas posibilidades de que o seu discurso sexa atendido nin social nin políticamente.
Penso, polo tanto, que é necesario traballar o tema da lingua dende unha perspectiva libertaria, mais non estou seguro de que a loita contra "Galicia Bilingue" sexa o único nin o mellor camiño.
Saude ELiseo: Acho que não
Saude ELiseo:
Acho que não ficou claro uma coisa:
Não se fala so de uma posição clara sobre GB, que tambem, mas sobre tudo de uma posição clara sobre a problemática da lingua e a cultura. no resto, eu concordo bastante contigo.
Saudos.
Do artigo de Anarquista contra galiciabilingue
Collendo esto como unha persoal reflexión en voz alta na que os vosos certos comentarios e debates me deron en cavilar, quería decir que os de Galicia bilingüe son despreciables; a mesa pola normalización inoperante, a academia partidista e ficticia , os intentos dos gabinetes das consellerias e direccións xerais inúteis e contraproducentes, a prosa dos literatos estrelas da norma uniforme e aburrida e a producción editorial un puro negocio da lingoa. A fala e a escrita que conforman a lingoa son inherentes ao home e como tal nacen se reproducen( ou non) e morren. A manifestación máis propia do carácter y evolución humán, e base das súas orixes culturais, sempre estará en perigo. Unhas veces por dominio duns estados sobre outros na súa politica colonialista e mercantilista, outras pola dinámica capitalista global que borra a singularidade e outras, pos asimilación e mesturas naturais dos pobos. Ninguén vai evitar que desaparezcan as lingoas ou millor dito se transformen. Como ninguén vai evitar que a catedral de santiago se convirta en polvo. E así. O sangrante é que se destrúa deliberadamente a sociedade rural agrícola, gandeira e mariñeira donde a lingoa se nutre y enriquece. Non quero decir que nas urbes o galego se desintegre nun linguaxe standar castelán-galego-english nin que nos medios audiovisuais polo xeral as verbas flúan como nunha tradución –calco das estructuras gramaticais, sintácticas e léxicas dun modelo global de expresión, mais é o que penso. O acento, a entonación, o peche e aberturas das vocais, os xiros e modismos, o léxico que facían do galego un idioma singular e único se van perdendo como o facer dos cesteiros ou os secadeiros de congro e zapata.É unha traxedia, como tantas outras xeradas pola asoballamento sen fin do capitalismo mundial que sufrimos, pero echevos así. Na miña concepción anarquista do mundo a destrucción deliberada das lingoas(nada que ver coa súa propia evolución) non é máis que outro exemplo da masacre que sufren os homes e os pobos que forman. Loitando pola eliminación de toda figura de autoridade, loitaremos pola conservación e transmisión da lingoa galega ou a quéchua nunha sociedade comunal e libertaria.
p.d. saúdo e animo o xurdimento desta páxinas na web.
Completamente dacordo
Concordo completamente coa túa intelixente reflexión.
Certamente, estes tipo de Galicia Bilingüe son despreciabeis, así como a manipulación meiática é noxenta ( Un exemplo: O suposto "velhinho agredido" de La Voz foi em verdade o agressor)
De nós, da xente de a pé depende recuperar e perdurar eses saberes e fazeres tradicionais que conforman a nosa identidade. Hai que subvertir este proceso de globalización nun novo proceso de internacionalización, baseado na solidariedade e o apoio mutuo, no que cada pobo conserve a súa singularidade e independencia.
En canto a definir unha postura anarquista sobre temas e conflitos lingüisticos, dizer que eu son partidario de empregá la lingua de cada pobo, conservar toda-las linguas, e establecer unha lingua universal ( o esperanto) para o resto de comunicacións.
Saúde.
Para continuar co debate
Dun comentario de galizarebelde.info relacionado con este texto:
" Fico gratamente surpreendido com este artigo, é um tema fundamental para analisar as características do anarquismo galego e a sua incapacidade para artelhar luitas comúns com a esquerda revolucionária de matriz nacionalista/independentista. Aguardo ver também anarquistas nas possíveis respostas que existam ao acto de G.B. Sentaria um precedente mui possitivo."
Incapacidade do anarquismo galego para artellar loitas comúns coa esquerda revolucionaria de matiz nacionalista/independentista ????
Esta "incapacidade" non ven dada porque @s anarquistas teñamos unha postura ou outra sobre a lingua, máis ben ten que ver coas posturas autoritarias, estatistas e estalinistas da esquerda independentista e nacionalista autonomeada "revolucionaria". Non é polo tema da lingua polo que non coincidimos con máis frecuencia.
En canto á lingua concordo co que dí o escrito: " os setores mais comprometidos do anarquismo sim apostam pelo galego como única forma de comunicação posível dentro da Galiza".
Cultura si pero ¿ Que cultura?
Certo é que @s anarquistas debemos ser firmes defensores da cultura, máis ¿ de que cultura?. Dende logo non dunha cultura imposta dende ningún estado, si da cultura popular e obreira, e o galego é a lingua do pobo e da clase traballadora galega, iso por suposto.
Autoxestión e soberanía
A miudo emprega-se o termo soberanía como se fose un sinónimo da autoxestión que predicamos @s anarquistas. Por exemplo, hoxe en día está moi de moda falar de "soberanía alimentar". @s anarquistas non estamos pola soberanía alimentar porque esta supón a "capacidade" dun pobo de lexislar ao respeito. Nós estamos pola autoxestión, alimentar, enerxética, de produczón, de consumo... que é a capacidade de xestionar alén das leis.
Os pobos nunca lexislan, son outros quen lexislan no seu nome. A lei é algo estrano para a xente de a pé. Sempre ven imposta dende arriba.
No tema da lingua é igual.
Este conflicto da lingua está moi relacionado coa educación d@s nos@s fill@s: Que si están obrigad@s a aprender nesta lingua ou na outra. Para min fica claro que a lingua a empregar na Galiza debera ser o Galego. Máis @s anarquistas debemos apostar pola autoxestión da educación dos nosos fillos, como fixemos toda a vida, isto se nomea "escola moderna" ou "ensino raccionalista".
Para rematar.
E voltando ao tema dos nacionalismos ( eterno dilema), de pobos opresores ( estados opresores diría eu) e pobos oprimidos, eu penso o seguinte: Nunha sociedade libertaria ( anarquista) está garantida a independencia dos pobos, non existen os estados, non hai pobos oprimidos.
Nunha Galiza independente, con estado de seu, e " soberana", non está garantida a nosa libertade, nin como pobo, nin como individuos... Iso si, falariamos tod@s galego "por lei".
Gostei do artigo e dizer que
Gostei do artigo e dizer que desde sempre botei moito em falta o apoio do anarquismo galego neste tema.
Quando estudei em Lugo os poucos anarquistas organiçados que havía (JJLL) falavam espanhol, a pesar de que a língua de TODOS os seus avós era o galego. Também algum membro da CNT (Castilho, creo lembrar) falava e se desenvolvía em castelam. O pior era que faziam bandeira disto, era a língua que escolhiam "libremente (?¿?¿?)".
A pouca gente que escuitei da CNT de Vigo, outro tanto, nom assím os da Corunha ou Compostela.
Em fim, gostei do artigo e da web, que nom conhecía. Visitareivos com máis frecuencia.
Um abraço.
En Desacuerdo completamente
Enviado por NoComulgo: Discrepo absolutamente de lo manifestado por “Sacho” en el escrito que encabeza este debate, así como de todos los demás que le siguen y apoyan.
Por ejemplo. En un párrafo, refiriéndose a que muchos anarquistas gallegos usan nada o muy poco el gallego y sí el español, dice: “Trás desta postura manifesta-se em muitas ocasiões um anti-nacionalismo que não é aplicável ao caso, e leva às anarquistas nesta tessitura a um paradoxal alinhamento com o nacionalismo español”.
Es evidente que algunos anarquistas gallegos (ignoro cuantos) usan nada o muy poco la lengua gallega y sí el español. Exactamente igual que ocurre en una proporción significativa de la población gallega. ¿Cómo cabe deducir de ese comportamiento las dos acusaciones que formula “Sacho”?
En primer lugar, que los anarquistas no somos nacionalistas es una obviedad. A juicio de los anarquistas –compartido con el socialismo, el marxismo y con la práctica totalidad del movimiento obrero originarios y clásicos- el nacionalismo, en tanto que doctrina política, es una violenta teología, legitimadora del Estado y la autoridad “nacional” correspondiente. Así pues, no somos y nada compartimos, política o ideológicamente, con el “nacionalismo”, se adjetive como se adjetive: gallego, español, alemán, argelino, cabileño o danés.
En segundo lugar, ¿Cómo puede “Sacho” deducir que el hablar y usar determinada lengua –en este caso, el español- te alinea con el nacionalismo español? ¿Es que, acaso por lo mismo, hablar y usar el gallego, el alemán, el italiano o el portugués, alinea a las personas que lo hacen con el nacionalismo correspondiente?
Es seguro que tanto en español, como en gallego o en inglés o ruso, se pronunciaron algunas de las palabras más hermosas de la humanidad, entre ellas, por ejemplo, la palabra “libertad”, “emancipación”, “solidaridad”. También, por supuesto, algunas de las más penosas, entre las que, personalmente, cuento “nacionalismo”, “estado y opresión”, “ley y cárcel” o “aquí se habla sólo lo que digo yo, cuando digo yo y en el idioma que digo yo”.
Por último, ¿la lucha social se reduce siempre a una competencia entre amos y caciques? ¿Es que, acaso la pelea, que en verdad cuenta es siempre la de Roma contra Cartago, en tanto que los Espartaco, los campesinos romanos o los artesanos cartagineses están condenados por los siglos de los siglos a servir de peones a uno u otro de los esclavistas? Amigo “Sacho” ¿Tiene este planteamiento algo que ver con el anarquismo? - ¡No!.
Así pues, en el texto de Sacho y los otros más o menos afines, no encuentro un solo argumento que justifique su declaración de anarquismo. Y si, por el contrario, numerosas afirmaciones de carácter “estatista” y “autoritario”, cuyo origen y función es meramente propagandística. Exabruptos que tratan de disculpar la intolerancia y las actitudes dictatoriales. O lo que es peor, cortinas de humo que amparen la actuación infame de grupos, grupúsculos, partidos políticos o autoridades gubernativas (de la Xunta o de la Administración estatal) que pretenden fundamentar su legitimidad no en los votos que puedan recibir en lid electoral (en la democracia representativa, en que andamos metidos) o en el mandato emanado de una democracia directa, federal y asamblearia (por ahora inexistente, por más que deseada), sino en que, según ellos, representan la “identidad” y “cultura” nacional o al pueblo que ha de obedecerles. Firmado: No Comulgo.
Eu tampouco comulgo
Por isto @s galeg@s de hoxendia falamos castelán:
Simplismo
Tiña dúbidas en respostar ao comentario de NoComulgo porque penso que non aporta razonamentos ao debate: "Discrepo absolutamente de lo manifestado por “Sacho” en el escrito que encabeza este debate, así como de todos los demás que le siguen y apoyan". Así, deste xeito, fai unha emenda á totalidade do dito nos comentarios, por máis que algúns foran contradictorios entre sí.
Mais penso que sería lamentable que a postura de NoComulgo sexa identificada coa do anarquismo galego. Vendo a súa actitude, ao mellor resulta que Sacho tería moita máis razón da que eu lle daba na miña intervención.
O primeiro e grave erro de NoComulgo é unha lectura superficial do texto de Sacho. Por ningures vexo no texto de Sacho un ataque ás persoas que poidan falar ou escribir en castelán, senón un razonamento sobre a actitude das organizacións libertarias a respeito da lingua, que é outra cousa completamente distinta.
Despois xulga e condena a todas as persoas que participan no debate como "estatistas" e "autoritarios", sen razonar de ningún xeito tal afirmación. A cadea lóxica "defensa da lingua e cultura galega=nacionalismo=estado e opresión" non hai por onde collela.
A Galicia Bilingüe, ao PP, a UPD, á COPE, moléstalles a cultura e a lingua galega. Non sei a NoComulgo... Por máis que lles pese aos primeiros, a cultura e a lingua galega existen. E a cultura e a lingua galega sobreviviron séculos porque as clases populares así o quixeron, e contra a imposición da burguesía, do estado e da igrexa.
O impreso que colgou rubendeferrol é ben significativo de cal é a lingua que foi imposta nesta terra; para mais, ese texto foi editado na Imprenta Sindical da Coruña, os talleres da Tipografía Obrera, organizada polos libertarios e libertarias da Coruña, que foi incautada polos fascistas e utilizada para a súa propaganda unitarista e totalitaria.
Non sei se NoComulgo está defendendo a Galicia Bilingüe. Da a impresión de que é así. Penso que estaría ben aclaralo...
Respuesta a Eliseo
RESPUESTA A ELISEO
Señalas en tu comentario al artículo en que expreso mi desacuerdo con el texto inicial de Sacho y “de todos los demás que le siguen y apoyan” (NOTA: no de todos, como afirmas gratuitamente, sino solo de los que le siguen y apoyan), las siguientes consideraciones:
1) No aporto “razonamentos ó debate”. “Sería lamentable” que mi postura sea identificada con la del “anarquismo galego”.
2) Hice “unha lectura superficial do texto de Sacho”, porque no hay en él “un ataque ás persoas que poidan falar ou escribir en castelán, senón un razonamento sobre a actitude das organizacións libertarias a respeito da lingua, que é outra cosa completamente distinta”.
3) Juzgo y condeno “a todas as persoas que participan no debate como ‘estatistas’ e ‘autoritarios’, sen razonar de ningún xeito tal afirmación. A cadea lóxica ‘defensa da lengua e cultura galega = nacionalismo = estado e opresión” non hai por onde collela”.
4) En relación al párrafo: “A Galicia Bilingüe, ao PP, a UPD, á COPE, moléstalles a cultura e a lengua galega. Non sei a NoComulgo … “, lo doy por no escrito, pues estoy seguro que Eliseo estará a estas alturas avergonzado de haberlo escrito, aunque vuelva a insistir en la insidia en el párrafo final.
Respecto del apartado 1. ¿En algún párrafo de mi escrito pretendo yo erigirme en portavoz, ideólogo, maestro, lider, etc … de una organización, grupo, entidad anarquista, gallega o no?. NO. ¿Acaso lo insinúo? TAMPOCO.
Respecto del apartado 2. Releo el artículo de Sacho: “evidéncia uma problemática ao respeito da lingua que @s anarquistas galeg@s … y poco después, “todas as problemáticas, @s anarquistas têm reproducido a posiçao do poder” … y así sigue en otros párrafos. ¿Está refiriéndose a personas –tal como yo entendí- o a organizaciones, tal como afirma Eliseo?
Respecto del apartado 3. En ningún párrafo de mi escrito juzgo y, mucho menos, condeno a ninguna persona a ninguna cosa. Lo que si afirmo “Así pues, en el texto de Sacho y los otros más o menos afines, no encuentro un solo argumento que justifique su declaración de anarquismo. Y si, por el contrario, numerosas afirmaciones de carácter ‘estatista’ y ‘autoritario’ …”. Así pues, valoro un texto, comento un escrito, considero afirmaciones … . No digo “Sacho …es esto o lo otro”. Digo “En el texto de Sacho …” o “en lo manifestado por Sacho …”
Estoy absolutamente de acuerdo contigo en que “A cadea lóxica ‘defensa da lengua e cultura galega = nacionalismo = estado e opresión” non hai por onde collela”. Precisamente a denunciar esa falacia iba dirigido todo mi escrito. Es decir, que el uso, la estima o la defensa de una lengua -¡sea esta cual sea!- nada tienen que ver con el nacionalismo y el estado, por más que el nacionalismo y los estados más autoritarios así lo pretendan.
Eliseo: Escribí la respuesta al escrito de Sacho precisamente porque él sí (y no yo) hacía esa identificación en su escrito, claro está que refiriéndose a la lengua castellana. Esta postura [privilegiar el uso del castellano sobre el gallego … usos del gallego casi anecdóticos], escribió, “leva às anarquistas nesta tesitura a um paradoxal alinhamento com o nacionalismo español”.
Para que no queden dudas, repito la pregunta central de mi primer escrito: “¿Cómo puede ‘Sacho’ deducir que el hablar y usar determinada lengua –en este caso, el español- te alinea con el nacionalismo español? ¿Es que, acaso por lo mismo, hablar y usar el gallego, el alemán, el italiano o el portugués, alinea a las personas que lo hacen con el nacionalismo correspondiente?”
Eu tamén quero resposta !
"Estoy absolutamente de acuerdo contigo en que “A cadea lóxica ‘defensa da lengua e cultura galega = nacionalismo = estado e opresión” non hai por onde collela”. Precisamente a denunciar esa falacia iba dirigido todo mi escrito. Es decir, que el uso, la estima o la defensa de una lengua -¡sea esta cual sea!- nada tienen que ver con el nacionalismo y el estado, por más que el nacionalismo y los estados más autoritarios así lo pretendan."
Falar castelán non te alinea necesariamente co nacionalismo español, máis defendé-lo castelán ( que é a lingua imposta) e a galicia bilingüe si. Por isto Nocomulgo debera respostar a unha cuestión fundamental do que plantexa Eliseo: Se está, ou non, defendendo a Galicia Bilingüe (?)
Defendé-lo castelán si te alinea co nacionalismo español, por que foi este quen impuxo o castelán en Galiza cando o galego é a nosa lingua natural, a que se falaba aquí antes dos reis católicos e de que se fose prefigurando ese enxendro que hoxe chamamos estado español. Máis tarde chegou a ditadura e con ela as papeletas de " No sea bárbaro, hable castellano". Hai que matizar que ate este momento a maioría da poboación seguía falando galego, pero tanto o franquismo como a posterior democracia ( o nacionalismo español en ambos casos) fixeron unha enorme laboura de "normalización" do castelán na sociedade, e con que argumentos!...
Sen embargo defendé-lo galego que non te alinea co nacionalismo galego, a menos que defendas á "normalización" institucional do galego. Recollo tamén un párrafo de sacho:" Assí, afirmamos que é necesária a resposta d@s anarquistas e ao tempo marcar uma distáncia clara com nacionalistas e independentistas, o que não significa questionar o seu direito a agir na direção que podam considerar conveniente."
Ou Galego ou Espanhol
So quiger dar o meu parecer e sem animo de travar mais polemica.
As linguas ou som proprias ou som alheias dum povo.
A mim nom me fica nengumha duvida de que o Galego e a lingua da Galiza (e de mais lugares geograficos) e o Castelam e umha lingua imposta desde ha muito tempo com o beneplacito do Capital e da burguesia desta terra (curiosamente nom foi assim no caso do Catalam ou mesmo do Euskera).
O Galego foi quem de resistir a este acoso externo e interno graças a, em certa maneira, dificultade de alfabetizar numha lingua alheia numha terra onde a gente fica espalhada em mil aldeias e lugares. Alem tambem intelectuais e politicos naçonalistas figerom da luta pela lingua propria um selo diferenciador.
Doutra nas grandes vilas e cidades, durante o franquismo e graças a laboura des-educativa em maos da Igreja catolica e da Falange Espanhola, o espanhol passou a ser a lingua da gente 'com possiveis', da gente 'bem educada' e 'patriota' entanto o galego era a lingua das pobres , das vindas das aldeias, das 'pailans'.
Eu, morador da cidade desde o meu nascer, fum criado e educado em espanhol e tardei o meu em cair na conta de que a lingua que mamara, nom era a lingua que teria que ter adeprendido, e ao tempo que decidim mudar e sumar-me a luita pelo Galego como unico idioma do povo galego, sentim que me re-ubicava donde queria ficar, ao lado das 'pailans', das pobres e isso figo-me sentir muito bem.
Por suposto nom tenho nada na contra do espanhol como lingua, mas tenho muito claro que 'Na Galiza, So em Galego'.
La cada quem com as suas teimas para justificar o seu posiçonamento, mas coidado, se a penha pensa que quem defende o espanhol na Galiza estase ubicando ao carom de fascistas, por algo e, e mais nestes momentos de rejurdimento da apologia do espanhol.
Precisións
Sigo vendo pouco razonamento no texto de NoComulgo.
Non hai máis que ler o texto e ver as imaxes que acompañan ao texto de Sacho para decatarse de que se está falando da postura das organizacións, do movimento, ao elixir unha lingua vehicular para a súa comunicación. Lendo o artigo comprendese perfectamente a intención do texto. Non se poñen exemplos de "fulanito fala en galego e fulanito fala en castelán" nin nada parecido.
Resulta complicado facer comprender a algunha xente as implicacións da elección de lingua por parte das organizacións e dos movementos. Vou tentar facelo. Normalmente, facer a compra do día non ten maior trascendencia política nin me alinea co capitalismo nin me situa política, sindical ou socialmente. Mais se desde unha postura consciente apoio iniciativas de agricultura ecolóxica e ciclos curtos de comercialización, estou tomando partido e posicionandome socialmente a través dunha actividade como é facer a compra. E se á hora de facer a compra decido ir a un supermercado que está boicoteado polas súas prácticas esclavistas, como por exemplo o Mercadona, tamén estou tomando unha posición e aliñandome co capitalismo selvaxe que representa esta empresa. Facer a compra é algo aparentemente neutro, mais ten máis implicacións das que podería parecer.
O caso da lingua é aínda máis claro. Na Galiza hai dúas línguas de uso común. Unha delas é propia da Galiza (naceu aquí e aquí se sigue falando), e outra, o castelán, foi imposta, ás veces con moita violencia, polo aparello estatal e favorecida polos poderes económicos e a igrexa. Agas excepcións, unha destas linguas (o galego) é maioritariamente falada pola xente do común, campesiños e traballadores, mentres que a outra predomina no ámbito da administración, o exército, a igrexa, a televisión, os xornais, as multinacionais, o empresariado, a clase media e as elites locais. Unha das linguas, o galego, está ameazada de desaparición porque perde falantes, mentres que a outra, o castelán, é hexemónica e tende a ser cada vez mais usada pola poboación. Por lei, é obrigatorio coñecer unha destas linguas, que é o castelán. E a cidadanía que nace falando o galego vese coaccionada socialmente para mudar a lingua, tanto no ámbito do ensino, no mundo laboral, ou na vida social.
É por iso que moitos anarquistas galegos consideramos lamentables algúns posicionamentos conscientes (por sorte cada vez máis minoritarios) de organizacións libertarias galegas privilexiando o uso do castelán en lugar do galego. Só hai que sair un pouco do "cascarón" para decatarse do dano que esas posturas fan ao conxunto do movemento libertario, provocando o rexeitamento por parte de moita xente que podería estar máis perto de nós.
A mensaxe de "Que ven o galego!" trunfa en Madrid e entre a dereita e a ultradereita galego; é aplaudida polo Círculo de Empresarios de Vigo, pola Unificación Comunista de España, por propietarios da industria textil e por Unión, Progreso y Democracia; defenderona Paco Vázquez, Federico Jiménez Losantos e Galicia Bilingüe. Se hai algún anarquista galego que queira ir nesas compañías, unicamente por certo exhibicionismo antinacionalista, por favor, que o faga pola súa conta e asine co seu nome. Penso que moitas libertarias e libertarios galegos llo agradeceremos...
2ª Respuesta a Eliseo
Yo también me encuentro en el dilema de si contestar o no a la respuesta de Eliseo a mi segundo escrito, pues me asalta una duda: ¿Es posible iniciar un debate como el que ahora propone Eliseo (“Posturas das organizacións [libertarias], do movimento, ao elixir unha lengua vehicular para a súa comunicación”), cuando, antes incluso de iniciarlo, se criminaliza al presunto discrepante con las tesis propias y se pretende utilizar como argumentos simples insidias? Sinceramente, creo que no.
Así pues, antes de abordar la cuestión que plantea ahora Eliseo debemos despejar el camino de dogmatismos e insidias sin fundamento. A ello van dirigidas estas segundas precisiones:
Confío en la sinceridad de Eliseo al escribir en “Concordo e discrepo”, del 04.02.2009: “Mais o cerne das organizacións libertarias é o anarquismo e non o nacionalismo, polo que no debate sobre a lingua e a cultura galega hai diversas posicións e un debate aberto, non sempre resolto, sobre o marco social de actuación e a lingua vehicular das nosas comunicacións, mesmo sobre a posibilidade de existencia de un certo ‘anarco-nacionalismo’. As diferentes posturas entran en debate con normalidade …”.
Sin embargo, él mismo pone en tela de juicio su franqueza, tanto en la primera respuesta que ofrece a mi escrito (“Simplismo”, del 23.02.2009) como en la segunda (“Precisións”, del 25.02.2009). En esta última escribe: “A mensaxe de ‘que ven o galego!’ trunfa en Madrid e entre a dereita e a ultradereita; é aplaudida polo Círculo de Empresarios de Vigo, pola Unificación Comunista de España, por propietarios da industria textil e por UPyD; defenderona Paco Vázquez, Federico Jiménez Losantos e Galicia Bilingüe. Se hai algún anarquista galego que queira ir nesas compañías, unicamente por certo exhibicionismo antinacionalista, por favor, que o faga pola súa conta e asine co seu nome”.
Conste que en mi primera respuesta a Eliseo, convencido de su seriedad, escribí: “En relación al párrafo: “A Galicia Bilingüe, ao PP, a UPD, á COPE, moléstalles a cultura e a lengua galega. Non sei a NoComulgo … “, lo doy por no escrito, pues estoy seguro que Eliseo estará a estas alturas avergonzado de haberlo escrito, aunque vuelva a insistir en la insidia en el párrafo final”.
Noto con pesar que Eliseo, al insistir en lo injustificable, no ofrece en esta ocasión el pudor intelectual y moral que se muy bien que posee, sino que está dispuesto a usar como argumento la misma treta insidiosa y falaz. Tampoco ahora responderé al insulto que se pretende, pues no deriva ni se fundamenta en nada que yo haya escrito, afirmado o hecho, aquí o en ninguna otra parte, ahora o nunca.
Por otro lado, me extraña en un anarquista mucho la acusación “ … que queira ir nesas compañías [el nacionalismo español], únicamente por certo exhibicionismo antinacionalista”.
Es verdad que manifiesto públicamente mi rechazo al nacionalismo político, independientemente del gentilicio con que se adjetive (así lo hice en mi primer escrito en este foro). También lo es que considero a esta doctrina política (y los movimientos, organizaciones, partidos, etc. que en ella encuentran su fundamento teórico) como una de las más dañinas y temibles de la historia. También lo es que no tengo “prurito alguno de exhibirme” (eso es, exhibicionismo), pero si la voluntad de evitar, en la medida que pueda, con la palabra y la acción práctica, la catástrofe del nacionalismo triunfante. Por supuesto, el nacionalismo no es la única teología legitimadora del autoritarismo, pero sí una de ellas, y no la menos cruel y peligrosa. Por lo tanto, mi militancia social no se limita a combatir el nacionalismo, pues hay otros “No” que pronuncio no menos alto.
En cuanto a lo de que “o faga pola súa conta e asine co seu nome”. No tengo ningún inconveniente en hacer lo que reclama, aunque Eliseo sabrá porque lo hace: Me llamo Miguel, soy gallego, vigués y afiliado a la CGT. Dicho esto, espero no tener que justificar que no soy portavoz de nada ni de nadie (no siendo de mi mismo y aún esto con dudas) y que, por lo tanto, no todos los migueles opinan lo que yo en estos asuntos, tampoco todos los gallegos o los vigueses y, mucho menos, todos los afiliados de la CGT o la CGT misma.
Hechas estas segundas puntualizaciones a cuestiones circunstanciales que enturbian, degradan y, al final, liquidan el debate y por no alargar este escrito, dejo para otras intervenciones la cuestión que ahora propone Eliseo. También, si es la voluntad de los compañeros de Unión Libertaria, la cuestión del nacionalismo desde una perspectiva anarquista, en la que cada cual pueda mostrar, sin exhibicionismo alguno, su planteamiento. NoComulgo.
Aclaro
Cando fago referencias á UCE, á COPE, a UPD, e toda a xente da ralea de Galicia Bilingüe e compañeiros de viaxe o fago conscientemente, porque penso que é necesario facer ver claro que os libertarios estamos contra desa xente. Teño circulado bastante pola Galiza e constato que aínda permanece a imaxe residual do anarquista galego que por antinacionalista remata sendo tamén antigalego. Penso que é unha imaxe lamentable e que fai un fraco favor ao anarquismo. Ninguén que esté lonxe desa xente debería sentirse aludido de ningún xeito.
Polo mesmo, cando pido que a xente fale pola súa conta e asine co seu nome, especifico claramente que me estou referindo aos que queiran ir nesas compañías. Se alguén se identifica coa dereita e se manifesta como anarquista ao tempo, agachándose baixo un seudónimo, considero que non pagaría a pena debatir con el...
En todo caso o debate sobre o nacionalismo é moito máis complexo do que NoComulgo ven sinalando nas súas intervencións, e polo que eu o acusaba de simplista. Xa teño manifestado publicamente a miña opinión sobre a existencia de compatibilidade entre anarquismo e certo nacionalismo, unha postura que por outra parte xa foi defendida polos anarquistas de Cuba (algúns deles galegos, por certo) e o propio Bakunin. Abrir un debate sobre este tema non depende de Unión Libertaria, senón da vontade de calquera usuario desta páxina para abrir un fio nos foros sobre a cuestión (penso que é o lugar máis axeitado para facelo).
Tomo unha frase de NoComulgo para facela miña: "la voluntad de evitar, en la medida que pueda, con la palabra y la acción práctica, la catástrofe del nacionalismo triunfante". Seguramente non falamos do mesmo, mais eu estou convencido de traballar para facer fronte a ese nacionalismo trunfante, que non é outro que o español.
Apertas.
eliseo
Non se enterará endexamáis
No comulgo solta un discurso que, de houber copyright nesta web, habería de pagar dereitos de autor a Agustín García Calvo. Mais non confundamos. Unha cousa é García Calvo e outra o relambido, doutoral e cativo discurso de quen, desde a postura de quen se cre culto por riba da media, é incapaz, por ideoloxía, de aprender e usar un idioma como o galego. Para o francés, seguro que sí, e máis para o inglés. Mais non para o galego pese a viver aquí desde sempre, amén.
Non, non se trata de debater se pode houber unha lígua veicular para o anarquismo galego (non de Galiza, galego) senon de se colocar nunha posición pontifical e soltar todo tipo de improperios contra os galegofalantes que se declaran anarquistas.
Se adoitas posturas diferentes, por exemplo, falar galego e ser anarquista, entón que fique claro que eres pouco libertario aos ollos de quen é "o libertario", a esencia do libertario, porén haxa moito que discutir sobre iso, como ben houbo ocasión de comprobar hai anos na Semana de Filosofía de Pontevedra, marco incomparábel para facer o ridículo.
Non, non se trata de identificar ao galego falante anarquista co internacionalismo, non, do que se trata é de identificar ao galego falante anarquista como unha especia de quintacolunista do nacionalismo dentro do movemento.
Introducir ideas novas e palabras diferentes, debater sen anteollos en calquer idioma está ben, pero, coidado, facer iso en galego significa arriscar-se a ser expulso do Paraíso que só ten un garda que fala castelán.
Cánto atraso e cánto sectarismo disfrazado con estilo agustiniano!
Mais así vai o mundo. Iso sí, calquer anarquista pode ser cargo de designación direta, ou sexa, cargo político, de confianza, nun governo galego e nunha consellería rexentada pola dereita sen que se abra a terra. Pero falar galego e dicer que esta terra ten un língua que parece máis ben de aquí (galego... Galiza; castelán... Castela), iso é "anatema".
En fin. Durante a xubilación tamén hai tempo para aprender galego.
A que ven isto?
O último comentario de Manilo é unha mostra do que non debe ser un debate serio e contrutivo entre libertarios. Facer alusións personais incomprensibles para os demáis, que quedamos como simples espectadores da rifa, non parece o mellor camiño para afondar nos temas propostos. E poñer na boca doutra persoa afirmacións que non fixo é unha técnica coñecida polos manipuladores de tódolos tempos.
Ónde solta Nocomulgo improperios contra os galegofalantes que se din anarquistas? En ningures; o que Nocomulgo fai é rebater unhas certas teses coas que non está de acordo, pero non ataca aos que falen galego e, a un tempo, sexan anarquistas.
Ónde di Nocomulgo que o galego falante anarquista é unha especie de quintacolumnista do nacionalismo galego dentro do movemento? En ningures, salvo que se queira argumentar que atacar o nacionalismo sexa atacar aos galegofalantes.
En canto ao agustinismo, o da Semana de Filosofía de Pontevedra, o dos cargos políticos, o da xubilación... non sei se Noncomulgo é esa persoa á que se lle atribúen eses datos e se lle achacan esas supostas contradicións. O que si sei é que introducir estes elementos nun debate ao único que retrata é a quen o fai, neste caso a Manilo.
Mal vamos por este camino
A ELISEO, UNION LIBERTARIA Y DEMÁS QUE SE DEN POR ALUDIDOS
Hace seis días que espero en vano, una disculpa de Eliseo o de Unión Libertaria a 'NoComulgo' o, al menos, una reprobación del comentario de “Manilo” (06.03.2009). A estas alturas, ya nada espero, por más que fuese una demanda del propio Eliseo, ( que ‘o faga pola súa conta e asine co seu nome. Penso que moitas libertarias e libertarios galegos llo agradeceremos”, escribió) la que me empujase a ‘identificarme’, como “Miguel, gallego, vigués y afiliado a CGT”. Con todo, al identificarme de ese modo, ya adelantaba “No tengo ningún inconveniente en hacer lo que reclama (identificarme), aunque Eliseo sabrá por qué lo hace”. Ahora ya se por qué lo hizo. Por la misma razón, que no renuncia, arteramente, a identificar la crítica al nacionalismo (gallego, o cualquier otro) con la apología del nacionalismo español. Eso es, para utilizar la estigmatización y criminalización personales de quienes No Comulgamos con semejante piedra de molino, como lamentable recurso para evitar un debate que no se está en condiciones o no se quiere afrontar. A falta de argumentos con que rebatir, siempre se puede dibujar al adversario con rabo, cuernos y afirmar que huele a azufre. Esto ahorra muchas molestias, por ejemplo, tener que pensar, razonar, sopesar, tolerar, atender, etc. Claro que si las ahorra es a cuenta de la dignidad propia, que de este modo y por estas prácticas se va por el desaguadero.
En cuanto a ese nuevo Sherlok Holmes, cegato y mezquino, que firma como ‘Manilo’, nada que decirle. Solo esperar a que el personaje en que ha decidido convertirse termine asfixiándose en la propia basura. A todos los demás, lectores de Unión Libertaria, les digo: si los datos y calificativos que el torpe detective ‘Manilo’ utiliza pretenden definir a una persona, yo no soy esa persona.
Y del mismo modo que es falso que 'NoComulgo' comulgue con el nacionalismo –según pretende afirmar o insinuar por tres veces Eliseo- es verdadero que si Unión Libertaria aspira a ser un espacio para el debate y la crítica anarquista a la sociedad que nos ha tocado sufrir, ha de poner coto a estas actitudes ignominiosas.
Por último. Tras esta triste, por más que necesaria, deriva del debate, considero que debiéramos intentar reconducirlo. Eso si, dejando atrás (o no haciéndole el más mínimo caso) a los caza-brujas maccarthistas del Comité de Actividades Antigalegas, perdón, Comité de Actividades Antibertarias, perdón de nuevo, (¿en que párrafo de este hilo estaré pensando?) Antiamericanas. Firmado: NoComulgo
e dalle !
" Eso es, para utilizar la estigmatización y criminalización personales de quienes No Comulgamos con semejante piedra de molino"
¿ Estigmatización e criminalización?, ¿ De que narices falas?, ¿ Porqué mentas a UL?
" recurso para evitar un debate que no se está en condiciones o no se quiere afrontar"
Non é eliseo quen evita o debate. ¿Porque non respostas ti ás que afirman que a lingua imposta na Galiza é o español?
Eu tamén sigo agardando a túa resposta,igual non estás en condicións deasumí-lo debate...
A RUBÉN
A RUBEN
Me preguntas, “Estigmatización e criminalización? De qué narices falas?”. Hablo de que marcar con el estigma de compañeros de viaje de PP, UPyD, la COPE, Galicia Bilingüe a quienes critican la doctrina y acción política nacionalistas al tiempo que se declaran anarquistas, eso se llama estigmatizar, marcar con una señal infamante a quien previamente se ha condenado gratuitamente, sin fundamento alguno, sin indicio que lo justifique. Y nada digo respecto del comentario de ‘Manilo’, pues si en el anterior comentario me prometí que a tal sujeto, ni agua, también se, con absoluta certeza, que Eliseo estará tan a disgusto con esa intervención, como lo estoy yo mismo o cualquier lector.
Me preguntas, “Por qué mentas a UL?”. – Como escribí en el anterior comentario, que pareces no haberlo leído, “si Unión Libertaria aspira a ser un espacio para el debate y la crítica anarquista a la sociedad que nos ha tocado sufrir, ha de poner coto a estas actitudes ignominiosas” y no dejar pasar una semana entera colgado de sus páginas (es decir, bajo su responsabilidad) un comentario como el de Manilo sin dirigirle ni el más débil de los reproches.
Me preguntas, “Porque non respostas ti ás que afirman que a lingua imposta na Galiza é o español?” - ¿Qué quieres tú que les responda yo, que nunca he afirmado lo contrario?. ¿Acaso de lo que estamos debatiendo es de la verdad o falsedad de esa afirmación?
Si es esa la pregunta fundamental en todo esto, confieso no estar preparado ni tener conocimientos suficientes de sociología e historia de las dos lenguas para darte una respuesta. Ignoro el modo en que el castellano, originario de la región riojana vasca o vasco-fronteriza, fue extendiéndose, a partir del siglo XIII según creo, hacia el norte y noroeste del reino astur-leonés, hasta llegar a Asturias y Galicia, por más que en este último territorio nunca llegó a ser mayoritario entre la población. Probablemente hayan intervenido factores de todo tipo, políticos, sociales, económicos, etc. En cualquier caso, no soy historiador, ni pretendo serlo.
Lo que no obsta para que sepa que el nacionalismo español, de modo más acusado bajo el franquismo, vino intentando (y sigue en ello) imponer como lengua única en todo el territorio español el ‘español’, valiéndose de muy diferentes armas, entre ellas, el desprecio a los ‘dialectos’ y demás lenguas romances en territorio español, coacción, prohibición en determinados ámbitos, imposición escolar, acceso a la administración, etc, etc.
Aunque se que a estas altura sobra lo que voy decir, pido a los próximos intervinientes que me ahorren la humillación de tener que jurar ante Santiago Matamoros, que ni soy fiel de Mahoma ni espía al servicio de los invasores que se acercan con malas intenciones por el Padornelo. No Comulgo (con el Islam, tampoco; con la Iglesia verdadera, aún menos).
Boas...
É a miña primeira mensaxe e despois de ver como vai a cousa penso que o fio de mensaxes reflicte á perfección como nos vai. Personalismos, hipersensibilidade crítica, e sobre todo falta de coordinación.
En canto a o tema inicial do debate, dicir que é unha cuestión que a estas alturas xa debería estar máis que asimilada dentro do anarquismo. Tamén pasa por non facer autocrítica sensata e con debate serio de fondo. Temos que encontrarnos máis!!!.
Sen remontarnos ao inicio da linguaxe indoeuropea, o que está claro é que que na historia recente o galego ten as de perder e como lingua foi represaliada polo franquismo e os "señoritos". Isto é motivo máis que suficiente para que o anarquismo sexa sensible á cuestión e se posicione defensor claro da lingua e da cultura galega. Creo que non admite demasiada discusión e que non anuncia para nada ningunha aberración "nacionalanarquista".
Dito isto e tendo en conta que sempre é máis importante o que se di que na lingua na que se fala, tamén temos que recoñecer que dende o anarquismo galego existiron distintas sensibilidades co asunto querendo, tal vez, escapar de "encasillamentos" concretos de cara a un nacionalismo ou outro. Ambos igual de nefastos pero para o caso que nos ocupa, un sometendo máis que outro. Refírome ao español claro, que antes de que nin sequera existise o nacionalismo galego tal e como o entendemos hoxe xa sometía aos galegos polo mero feito de expresarse en galego.
Temos que recoñecer que ás veces un pode moverse por "tufillos" e sensacións que escapan en certo modo ao control de cada quen. Que unh@ anarquista falando galego pode semellar próxim@ dun nacionalisto ou que falando español doutro. Temos que facer un "mea culpa"... e sen desconsiderar o posicionamento político que no fondo supón empregar unha ou outra lingua entender que o principal segue a ser sempre o anarquismo e sobre todo o que cada quen di cando fala. Vaia, que parécenme comprensibles certas críticas que, sen entender o anarquismo fanse dende o nacionalismo galaico, mais tamén é certo que se contextualizamos as circunstancias nas que o anarquismo viviu o seu momento álxido na península, existían moitas outras prioridades que atender e outras circunstancias que non son as mesmas que as de hoxe, e que despois veu unha ruptura e unha represión que o anarquismo padeceu coma ninguén... e logo a fodida transición. Que sei eu.
O caso é que vexo que os ánimos están algo caldeados no debate e chegados a este punto eu animaría a quen interviron con anterioridade a limar estas pequenas diferenciasa e deixarse de lerias que temos moitas cousas nas que traballar!!!!!
Saúde e anarquismo
A NO COMULGO
1º Primeiro e grande erro que cometes é o de definir a Unión Libertaria deste xeito:
“si Unión Libertaria aspira a ser un espacio para el debate y la crítica anarquista a la sociedad que nos ha tocado sufrir, ha de poner coto a estas actitudes ignominiosas”
Unión Libertaria é unha organización anarquista, non aspira a ser un espazo para o debate e a crítica anarquista á sociede. Este espacio é, en todo caso, galizalibertaria.org
O que semella non ter lido o que escreben os demais es ti. Deberas de pedir excusas por aludir a Unión Libertaria cando te refires a galizalibertaria, que, se ben é unha iniciativa deste grupo, aspira a ser " unha ferramenta colectiva para a potenciacióndos movimentos sociais de base, autoxestionarios e antiautoritarios" onde Unión Libertaria non ten porque tutelar nin reprobar a ninguén, e cada quen pode expresarse como mellor lle veña en gaña, polo de agora.
En todo caso se queres contestarlle a Manilo, é millor que o fagas ti mesmo, máis parece que, por algún motivo, non queres entrar ao trapo... Non pidas ós/ás compañeir@s de UL que o fagan por ti.
2º Estigmatizado, condeado, criminalizado. Estás empregando estas palabras moi alegremente, dun xeito demasiado victimista. Aquí ninguén te estigmatizou, te condenou e, moito menos, te criminalizou. Moi ao contrario do que ti fixeches dende un principio asegurando:
" Así pues, en el texto de Sacho y los otros más o menos afines, no encuentro un solo argumento que justifique su declaración de anarquismo. Y si, por el contrario, numerosas afirmaciones de carácter “estatista” y “autoritario”, cuyo origen y función es meramente propagandística. Exabruptos que tratan de disculpar la intolerancia y las actitudes dictatoriales. O lo que es peor, cortinas de humo que amparen la actuación infame de grupos, grupúsculos, partidos políticos o autoridades gubernativas (de la Xunta o de la Administración estatal)".
En canto ao texto de Manilo, a pesares de empregar un ton bastante semellante ao que ti empregas no párrafo que acabo de citar, ten un par de cousas acertadas como a que segue:
" non se trata de identificar ao galego falante anarquista co internacionalismo, non, do que se trata é de identificar ao galego falante anarquista como unha especia de quintacolunista do nacionalismo dentro do movemento" ( Se non a/o anarquista galegofalante, si a/o anarquista galegofalante que aspira a que as organizacións anarquistas galegas defendan a lingua e a cultura)
3º Como entendo que a intención do texto que se está a debater e a de que o anarquismo galego tome "uma posição clara sobre GB, que tambem, mas sobre tudo de uma posição clara sobre a problemática da lingua e a cultura" ( Cito a Sacho) sintome " estigmatizado e criminalizado" por ser " máis ou menos afín" a esta intención.
4º " Me preguntas, “Porque non respostas ti ás que afirman que a lingua imposta na Galiza é o español?” - ¿Qué quieres tú que les responda yo, que nunca he afirmado lo contrario?. ¿Acaso de lo que estamos debatiendo es de la verdad o falsedad de esa afirmación?"
Se, como afirmas ( ao non afirmar ó contrario), o español é a lingua imposta na Galiza e, tendo en conta que un idioma alleo só se pode impoñer dende aquelas institucións que detentan o poder. ¿ Con quen te alinea defenderte do suposto ataque "estatista" e "autoritario" que comete Sacho ao escribí-la súa reflexión?.
5º Entendo que a poliglosia poida ser incluso desexable cando non periga unha cultura determiñada, máis o caso do galego é claro, ameaza con desaparecer se non facemos algo porque dende arriba non hai interese en conservá-lo. O suposto bilinguismo, e máis o de Galicia Bilingüe, non é máis que o monolingüismo nacionalista español de " España una y no cincuenta y una" y de " viva españa y la disciplina de nuestro idioma cervantino". A min particularmente dame igual en que lingua fales ti, máis non me digas cal é a lingua que teño que defender nas organizacións anarquistas ás que eu poida pertencer que, por certo, ti non pertences a ningunha ( se realmente es quen dis, que iso non teño forma de sabé-lo).
6º O feito de que te rexistrases neste portal baixo un seudonimo tan específico como " NoComulgo" como se estiveses "apostatando" dunha suposta " igrexa oficial", e exclusivamente para respostar a unha opinión pulicada por alguén di moito das túas intencións: non te rexistraches para colgar informacións do teu sindicato ou outras que puideran ser de interese, rexistracheste exclusivamente para polemizar, provocando dende o primeiro momento, comezando polo seudónimo escollido.
A Rubendeferrol y a Unión Libertaria
1) Tiene toda la razón Rubén al reprocharme que confundiese Unión Libertaria con galizalibertaria.org. El error ha sido mío. Y soy, ahora, consciente de ello, y lamento haberlo cometido.
2) Rubén ignora si estoy integrado o no en alguna organización libertaria, más allá del sindicato al que yo aseguré estar afiliado.
3) Hay una diferencia fundamental entre analizar un texto y comentarlo en términos más o menos contundentes y otra, muy distinta, la maledicencia sobre personas a las que se pretende identitificar.
Por lo demás, no insistiré en comentar la naturaleza de los comentarios que siguieron a primera intervanción, en torno al texto de "Sacho". Creo que la reflexión de Diogénes ofrece una buena ocasión para cerrar esta deriva y, si es el caso, retomar el debate en su punto inicial, que, a mi juicio, parece ser este:
Según yo entiendo la tesis que defiende Sacho es la siguiente:
El vínculo entre el uso, en un territorio y tiempo dado (en este caso, la Galicia actual, con una parte significativa de su población usando, en unos casos, el gallego, en otros el castellano) del nacionalismo es doble:
- En sentido negativo, el uso fundamental o exclusivo de una de las dos lenguas (en este caso, el español)"leva ás anarquistas nesta tesitura a un paradoxal alinhamento con o nacionalismo espanhol".
- En sentido positivo, al asumir por los anarquistas de la otra lengua (en este caso, el gallego)visualizan su apoyo al 'povo y cultura galega', cuya expresión más hermosa sería, precisamente, la lingua galega'. Como Sacho escribe, en aparente contradición con el párrafo anterior: "Tambem anarquistas com posturas claramente libertadoras, erram ao entender uma relaçao necesária entre lingua e nacionalismo, quando esta se da na verdade entre lingua e cultura e povo, aspeitos todos que deviam ser defendidos com afouteça pel@s anarquistas". Y añade, "devia ser para o anarquismo uma questâo fulcral a defesa da cultura própia de um qualquer territorio ..." y, aún, "é necesária em quanto que é um imperativo para o anarquismo a defensa das culturas".
Mi primer escrito se dirigió a rebatir la primera de las premisas, en base a tres argumentos básicos:
- hablar o usar una determinada lengua no alinea al hablante con ninguna doctrina o posición política particular, ni siquiera frente al nacionalismo, triunfante o irredento. Basten como ejemplo, los propios anarquistas.
- La lucha social no se reduce -ni siquiera tiene su verdadera expresión- en la competencia y rivalidades entre nacionalistas. Más aún, estas rivalidades son disputas por el poder político entre quienes se muestran 'amos y caciques', entre 'Roma y Cartago', contradictorias con el interés de los esclavos y sirvientes de uno u otro lugar, que es la libertad.
- El rechazo a la tesis nacionalista y a las autoridades que "pretenden fundamentar su legitimidad no en los votos que puedan recibir en lid electoral (en la democracia representativa, en que andamos metidos) o en el mandato emanado de una democracia directa, federal y asamblearia (por ahora inexistente, por más que deseada), sino en que, según ellos, representan la 'identidad' y el 'cultura' nacional o al pueblo que ha de obedecerles".
Como se puede observar, respecto de la segunda tesis de Sacho, apenas hice algo más que apuntar mi desconsideración, limitándome a señalar un único aspecto de la cuestión: la utilización por el nacionalismo (en este caso gallego) de conceptos tales como 'identidad', 'cultura galega' (que se fai sinónimo de 'cultura nacional', via identitaria), 'povo galego', etc para fundamentar su legitimidad autoritaria.
Si considerais que esta puede ser uno de las cuestiones importantes que nos conciernen (relación entre 'anarquistas y pueblo', 'pueblo y cultura', 'cultura popular y anarquismo', 'cultura y poder', 'cultura y nacionalismo', 'organizaciones anarquistas y lenguas vehiculares', ..., en fin cualquiera de estos temas, ya sea en sentido general o aplicado al caso concreto gallego), creo que deberíamos poner punto final a esta secuencia, como sugiere Diógenes, y abrir los debates en los foros correspondientes de galizalibertaria.